NEPAL | Trekking ao Campo Base do Everest

26 ABR - 08 MAI 2020


INSCRIÇÕES ABERTAS

Uma aventura transformadora aos pés da montanha mais alta do mundo

“Não é a montanha que conquistamos, mas a nós mesmos”, disse o alpinista neo zelandês Sir Edmund Hillary, que, juntamente com o sherpa nepalês Tenzing Norgay, atingiu o cume do Monte Everest em 29 de maio de 1953. Foi a primeira expedição bem sucedida à montanha mais alta da face da Terra, o mítico pico sonho de consumo dos mais audaciosos aventureiros. Alcançar o cume que fica na cadeia montanhosa do Himalaia exige preparo, técnica, dedicação e ainda muita sorte. Mas a boa notícia é que a montanha pode também ser conquistada por quem não vive exclusivamente de aventuras. A fronteira entre o Everest dos alpinistas e dos aventureiros ocasionais é o Campo Base do Everest, o ponto final da nossa expedição para o Himalaia.

Aos 5.340 metros de altitude, esta é a base de onde os alpinistas (apenas) seguem para conquistar a grande montanha, de onde Hillary partiu. Só que para fazer o trekking até este ponto não é preciso ser um montanhista experiente: basta ter disposição para caminhar em média 7 horas ao dia e seguir as regras básicas de adaptação do nosso organismo a grandes altitudes. Aclimatação é mais importante que preparo físico e quanto mais devagar, melhor.

Tudo ao tempo certo para adaptar o corpo e afinar o olhar com um roteiro feito sob medida para contemplação e registro desta jornada transformadora. “Uso minha experiência em fotografia de aventura e natureza para colaborar com o desenvolvimento do olhar dos participantes em meio às mais diversas condições que encontraremos na montanha”, diz o líder da expedição Edson Vandeira, fotógrafo, alpinista e guia profissional de montanha. Com este currículo, ele consegue também adaptar os horários das trilhas de modo a explorar todo o potencial fotográfico da região.

A aclimatação do olhar começa na caótica e vibrante Katmandu. A capital do Nepal tem 1 milhão de habitantes, uma população simpática que se veste com tecidos multicoloridos. Junte a isso um burburinho internacional, especialmente em bairros mais turísticos como Thamel, em que tudo gira em torno do montanhismo e em completar o check list de equipamentos básicos para trekking. Lá também estão os mais importantes templos do país: o hinduísta Pashupatinath, lugar perfeito para fotografar os sadhus, e o budista Bouddhanath Stupa. Uma visita à vizinha Patan com sua Durbar Square, um fantástico conglomerado de templos milenares, completa a exploração da capital.

De Katmandu para Lukla são apenas 45 minutos de um voo para lá de especial. Da janelinha do avião, a Cordilheira do Himalaia nos dá as boas-vindas e prepara para uma experiência: a aterrissagem no emblemático aeroporto Tenzing-Hillary (olha os conquistadores do Everest aí novamente). Aos 2800 metros de altitude, sua pista parece uma tímida risca de giz em meio ao mar de montanhas.

O primeiro lampejo do Monte Everest é visto apenas no dia seguinte, quando o grupo caminha por trilhas ainda cercadas de verde que recortam o Vale do Khumbu, sagrado para os Sherpa, povo de origem tibetana que chegou por ali há cerca de 600 anos. No principal vilarejo do vale, Namche Bazaar, é hora de parar por um dia inteiro para aclimatação no patamar dos 3440 metros. O efeito colateral: vivenciar a cultura e modo de vida dos Sherpa, os “guardiões da montanha”.

“Com o passar dos dias, poderemos também perceber a mudança da paisagem. No início, a trilha é feita em meio a muito verde, passando por grandes florestas de pinheiros. Conforme ganhamos altitude, o cenário muda, tornando-se, primeiro, mais árido. Depois, mais pedregoso. Por fim, muito gelo”, conta Edson.

Caminhar ao lado das montanhas mais belas do mundo faz do trekking para o Campo Base do Everest uma viagem de paisagens dramáticas. Essa parte é esperada, ainda que sempre surpreendente. O inesperado é a quantidade de vilarejos pitorescos, pulsando cultura e religiosidade em lugares como o Monastério de Tengboche, o maior templo da região. Experiências como vivenciar a cerimônia celebrada pelos monges todo fim de tarde misturam-se às histórias de exploradores que passaram por ali no caminho de conquistar a montanha (ou seria a eles mesmos?).

Uma jornada destas em grandes altitudes exige obviamente boa dose de esforço. O roteiro, entretanto, foi desenhado para proporcionar o máximo de conforto para o grupo. “Carregadores locais ficarão responsáveis pelo transporte montanha acima dos itens mais pesados, portanto cada viajante terá de levar apenas os itens a serem usados durante o dia, além do equipamento fotográfico”, diz Edson. Em relação à hospedagem, ele completa: “Ficaremos em lodges que são normalmente casas de moradores locais adaptadas para receber os viajantes durante a temporada de trekking”.

Acima dos 4 mil metros de altitude, há outro ponto de descanso e aclimatação: o vilarejo de Dingboche. Dia de concentrar esforços para o sprint final desta jornada transformadora. A partir daí, descortinam-se aquelas imagens clássicas que ficarão registradas para sempre. Chega-se ao ponto de onde avista-se Lhotse, Makalu e Cho Oyu, três das 6 maiores montanhas do mundo; ao glaciar de Khumbu onde fica o Campo Base; e, mais acima, já a inacreditáveis 5.545 metros, ao Kala Pathar. Agora, sim, aquela icônica vista do Everest de tirar o que nos resta de fôlego e que vale cada milímetro cúbico de ar rarefeito.

Kala Pathar, o ápice desta jornada, sinaliza também que é hora de retornar. E vem a cereja do bolo: a descida de helicóptero de volta a Lukla, onde nos espera o voo de retorno para Katmandu. Sim, veremos a trilha que levamos 8 dias para percorrer sob um novo e sensacional ângulo. O melhor jeito de comemorar esta inesquecível conquista.

EU FUI

“A Expedição ao Campo Base do Everest é uma viagem transformadora, é estar imerso nas culturas pouco influenciadas pelo ocidente, nas mais altas e magníficas montanhas do mundo, vilarejos e monastérios, rodeados pela linda paisagem deste planeta, um verdadeiro sonho! A experiência tornou-se ainda mais especial pela animação, força e união do grupo, além do apoio, cuidado e carinho da equipe da OneLapse e do guia e assistentes locais. Nos sentimos seguros o tempo todo, muito bem instruídos quanto às vestimentas, alimentação, aclimatação, para que conseguíssemos alcançar nossos objetivos! Sim, conseguimos! E da melhor maneira possível, como um grande e memorável time! “ – Helena Biagi, Ribeirão Preto/SP

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CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Edson Vandeira

National Geographic

As viagens têm o poder de transformar o destino de algumas pessoas. Foi o que aconteceu com o fotógrafo e guia de montanha Edson Vandeira, nascido e crescido em São Paulo em 1989, mas que, nos últimos anos, adotou a cidade de Campo Grande (MS) como moradia. Em 2008, aos 19 anos, começou a fazer suas primeiras viagens. Passou a praticar o montanhismo e a escalada. Ao mesmo tempo em que pegava gosto pelas montanhas, também se interessou pelo mundo da fotografia, especialmente as imagens de aventura. Desde então, não parou mais de viajar e fotografar.

No começo, Vandeira escalou as principais montanhas do Brasil. Depois, decidiu colocar em prática o que havia aprendido e partiu para a exploração da Cordilheira dos Andes, a começar por escalar uma montanha de 6 mil metros próximo a Mendoza, na Argentina. Em 2010, conquistou a maior montanha das Américas, o Aconcágua, com 6.962 metros, localizado na Argentina. Na sequência vieram novas aventuras em outras grandes montanhas na Bolívia, Peru e Patagônia (Argentina e Chilena). Em 2015, subiu o Mont Blanc, nos Alpes, entre França e Itália, com 4.800 metros. Ao todo, foram mais de 30 ascensões em montanhas de altitude. Além disso, há 5 anos ele é contratado para apoiar o Programa Antártico Brasileiro, como alpinista responsável pela segurança dos cientistas durante a permanência e nos deslocamentos na Antártica.

Para ele, a associação entre fotografia e montanhismo é perfeita, pois, por meio das imagens que produz, consegue registrar os desafios que encontra durante suas jornadas nas montanhas. Além disso, suas fotos também permitem eternizar momentos únicos de contemplação e beleza vivenciados durante as escaladas, já que, para Vandeira, as imagens são uma poderosa ferramenta para contar boas histórias.

Atualmente vem colaborando para a National Geographic Brasil e Adventure (EUA), sendo um fotógrafo representado exclusivamente pela National Geographic Creative. Tem como fonte de inspiração renomados fotógrafos da área, como os americanos Jimmy Chin, Cory Richards e os brasileiros Luciano Candisani e Sebastião Salgado.

Todo esse conhecimento e experiência, aliados à formação que fez em cursos nas áreas de montanhismo, trekking, escalada em rocha e em gelo, primeiros socorros e resgates em áreas remotas, serão importantes durante as expedições fotográficas. Nestas jornadas ele pretende dividir com os viajantes sua paixão por este ambiente e tudo o que aprendeu e desenvolveu nos últimos anos pelas montanhas do mundo.

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DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | KATMANDU

Chegada ao aeroporto internacional de Katmandu. Recepção e traslado ao hotel para check-in. A noite, nos reuniremos com o fotógrafo e guia da viagem Edson Vandeira para um briefing detalhado sobre a expedição. Katmandu, a capital do Nepal, é hoje uma espécie de praça do mundo. A cidade cresceu tanto e de forma tão caótica que espalhou-se por todo o vale, listado como patrimônio da humanidade pela Unesco. Na alta temporada é fácil esbarrar com alpinistas de todo o mundo nos restaurantes, bares da cidade, ou nas ruas estreitas de Thamel, o bairro mais turístico e que respira montanhismo.

DIA 2 | KATMANDU

Katmandu possui diversas atrações. Após o café da manhã, sairemos pela cidade para explorar seus mais impressionantes monumentos, como os templos Pashupatinath (mais importante templo hindú do país), a Bouddhanath Stupa (a mais importante do país para os budistas). Ainda visitaremos Patan, local conhecido pelas artes e cercada por construções do século III e seu famoso Durbar Square com diversos templos. Retorno ao hotel no fim da tarde e pernoite.

DIA 3 | KATMANDU – LUKLA – PHAKDING, 2652m

Pela manhã, tentaremos embarcar em um dos primeiros voos para Lukla (2800m/45 min), nosso ponto de partida na trilha que nos levará até a base do Everest. O voo já é um atrativo a parte, pois proporciona uma linda vista da Cordilheira do Himalaia e um pouso, no mínimo, peculiar na encosta das montanhas. Após a chegada, encontraremos com os porters, que nos ajudarão no transporte dos equipamentos, e faremos então a primeira caminhada até o vilarejo de Phakding. No caminho, passaremos por um check point do exército para apresentarmos a documentação que nos permite acessar as trilhas do Vale do Khumbu. Noite livre para descanso e acomodação em lodge.

DIA 4 | PHAKDING – NAMCHE BAZAAR, 3440m

Pela manhã, após um café reforçado, seguiremos o curso do vale Dudh Kosi, caminharemos por fabulosas florestas de pinheiros gigantes até um enorme vale aos pés da montanha Thamserku e entrada para o Parque Nacional Sagamartha. Em seguida, temos uma caminhada em ziguezague ao longo do rio Bhote Kosi. Atravessaremos o rio por uma ponte até chegar a um ponto em que teremos a primeira emocionante vista do Monte Everest. O verde toma conta da trilha nos primeiros dias e perceberemos a mudança gradual de cenários na medida em que ganhamos altitude. No fim do dia, chegaremos ao vilarejo de Namche Bazaar, o maior e principal do Vale do Khumbu. Noite livre para descanso. Pernoite em lodge.

DIA 5 | NAMCHE BAZAAR – ACLIMATAÇÃO, 3440m

O dia de hoje será dedicado a aclimatação, para que o nosso organismo se acostume aos poucos com o ganho de altitude. Poderemos caminhar pelas vielas de Namche, comprar algum equipamento ou item de vestuário que tenha faltado, bem como fazer algumas caminhadas pelos arredores. Visitaremos o museu dos sherpas, de onde temos também belas vistas das montanhas. De um ponto mais alto, percebemos que o vilarejo possui o formato de uma ferradura e poderemos produzir um bom material fotográfico aqui. Pernoite em lodge.

DIA 6 | NAMCHE BAZAAR – TENGBOCHE, 3870m

Hoje retomaremos o trekking por uma trilha repleta de belíssimas paisagens em direção a Phunki. A segunda metade da trilha é mais acentuada até finalmente chegarmos a Tengboche, com seu famoso mosteiro, após cerca de 7 horas de caminhada. Durante o dia teremos vistas panorâmicas do Himalaia, incluindo as montanhas Kwangde, Tawachee, Everest, Nupste, Lhotse, Kantega, Thamserku e especialmente o Ama Dablam, uma das mais emblemáticas da região e com vista privilegiada desde Tengboche. Aqui está localizado também o maior monastério budista da região, e teremos a oportunidade de participar da cerimônia diária com os monges no fim da tarde. Pernoite em lodge.

DIA 7 | TENGBOCHE – DINGBOCHE, 4360m

“O lugar mais bonito do mundo – Seria difícil um local mais fino para adoração ou contemplação” – é assim que o explorador inglês Bill Tilman descreveu o ponto da trilha próxima a Tengboche, com o Everest majestosamente ao fundo e com o Ama Dablam envolto a um manto de neve fresca. Serão horas de trekking com a companhia de lindas montanhas até a pequena vila de Dingboche. Neste dia ficará mais claro o ganho de altitude pela mudança na paisagem. O verde dará espaço a um cenário mais seco com terra, pedras e gelo, enquanto as montanhas ficam cada vez mais imponentes aos nossos olhos. Dingboche fica muito próximo de Periche, onde está localizado um hospital utilizado muitas vezes como base de atendimento aos alpinistas que escalam pela região durante as duas temporadas anuais. Pernoite em lodge.

DIA 8 | DINGBOCHE – ACLIMATAÇÃO, 4360m

Mais um dia de aclimatação, agora acima dos 4.000m de altitude. Em uma curta caminhada a partir do lodge, podemos observar do alto os vilarejos de Dingboche e Periche rodeados por diversas montanhas. Podemos aproveitar o dia para fotografar com calma a região e descansar, bem como praticar a fotografia noturna. Pernoite em lodge.

DIA 9 | DINGBOCHE – LOBUCHE, 4940m

O ponto principal da trilha de hoje é o lendário local onde podemos avistar três das seis maiores montanhas do mundo – Lhotse, Makalu e Cho Oyu – num piscar de olhos. Seguiremos pelo Vale do Khumbu, passando pelo já conhecido memorial em homenagem aos alpinistas que morreram tentando o sonho de escalar as maiores montanhas do Himalaia. Horas depois, chegaremos a Lobuche, um dos últimos abrigos no caminho a base do Everest. Poderemos aproveitar o fim da tarde para fotografar ao redor. Pernoite em lodge.

DIA 10 | LOBUCHE – GORAK SHEP – CAMPO BASE DO EVEREST (5340m), 5170m

Hoje seguiremos a oeste do Vale do Khumbu subindo de forma constante ao lado da moraina glacial até o vilarejo de Gorak Shep (Corvo Morto, na língua local). Após o almoço, seguiremos para o glaciar do Khumbu, onde fica localizado o Campo Base do Monte Everest, bem perto da cascata de gelo. Esta é a base de onde partem os alpinistas rumo ao cume da montanha mais alta do mundo! Teremos tempo para explorar a região e fotografar antes do retorno a Gorak Shep para descanso e pernoite no lodge.

DIA 11 | GORAK SHEP – KALA PATHAR (5545m) – LUKLA – KATMANDU

Acordaremos bem cedo para sair do lodge antes do sol nascer. Subiremos o Kala Pathar, de onde teremos, diante dos nossos olhos, uma daquelas imagens deslumbrantes que fica pra sempre na memória: a imagem clássica do Everest, marcando a fronteira entre Nepal e Tibete. Aproveitaremos a primeira luz do dia para fotografar uma das mais clássicas vistas da trilha, sem deixar de reservar um tempo para simplesmente contemplarmos o visual que jamais esqueceremos. Logo depois, vamos descer de volta para Gorak Shep, tomaremos o café da manhã e de lá pegaremos o helicóptero para iniciar o nosso retorno a Katmandu. Esta será uma incrível oportunidade para sobrevoar e visualizar o caminho que fizemos por um novo ângulo, além de deixar a experiência ainda mais completa. Vamos aterrissar em Lukla para pegarmos o voo até Katmandu. Chegada, traslado ao hotel e noite livre.

DIA 12 | KATMANDU

Dia livre para atividades individuais, como compras em Thamel, visita a algum templo da cidade ou ainda programar um salto de bungee jumping próximo da fronteira com o Tibete. Este dia extra também é importante caso o nosso retorno da trilha sofra atraso por algum motivo de força maior.

DIA 13 | KATMANDU – EMBARQUE

Dia livre. De acordo com o horário do voo, traslado ao aeroporto internacional, de onde nos despediremos com ótimas recordações.

FIM DOS SERVIÇOS

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Edson Vandeira. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

KATMANDU: Hotel Yatri Suites ou similar
TRILHA: Lodges de montanha

INCLUI

  • 04 noites de hospedagem em Katmandu com café da manhã
  • 08 noites de hospedagem em lodge de montanha durante o trekking com café da manhã
  • Traslados in/out em Katmandu privativos ao grupo
  • Dia de tour em Katmandu privativo ao grupo com entradas e guia local falando inglês
  • Acompanhamento do fotógrafo Edson Vandeira durante todo o roteiro com orientações aos participantes sobre a parte fotográfica e de acordo com o objetivo de cada um
  • Acompanhamento de carregadores ou yaks durante a trilha para transporte das malas entre os vilarejos
  • Acompanhamento de coordenador operacional brasileiro durante todo o roteiro
  • Passagens aéreas com taxas para os trechos internos no Nepal (Katmandu/Lukla/Katmandu)
  • Retorno de helicóptero da região do campo base até Lukla
  • Consultoria e desconto mínimo de 10% para compra de equipamentos outdoor nas lojas Pé na Trilha (lojas físicas e e-commerce)
  • Trekking permit e mapa da trilha
  • Seguro viagem April – Max 60 Mundo incluindo cobertura para resgate em alta montanha

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas e taxas de embarque
  • Visto de entrada no Nepal (USD25,00)
  • Early check-in e Late check-out
  • Equipamento de fotografia e trekking
  • Despesas com transporte, acomodação, alimentação, etc em caso de cancelamento de voos entre Lukla e Katmandu e embarque tardio ou retorno antecipado da trilha por questões climáticas, físicas ou outros motivos de força maior
  • Bebidas e refeições não mencionadas no roteiro
  • Despesas pessoais e gorjetas

OBSERVAÇÕES

  • Esta viagem é destinada a todos os entusiastas do montanhismo e da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. Também é indicada a quem procura por uma experiência de vida de superação e imersão na cultura/natureza de um dos destinos mais emblemáticos da Ásia. As orientações do fotógrafo e guia serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
  • Os preços estão em dólares americanos (US$) e por pessoa. A conversão para o Real levará em consideração o câmbio turismo no dia do pagamento, conforme cotação do Valor Econômico;
  • O roteiro pode sofrer alterações após o início da viagem devido às condições climáticas e/ou caso o fotógrafo responsável considere necessário para garantir o melhor aproveitamento do tempo;
  • Para essa viagem, os brasileiros necessitam de passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da data de chegada a Katmandu, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e visto emitido na chegada ao país;
  • Duração média diária na trilha: 8 horas, levando em consideração um número maior de paradas para fotografar;
  • Altitude máxima alcançada durante a trilha: 5.545 m. Consulte o seu médico antes da inscrição.

EQUIPAMENTOS FOTOGRÁFICOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica DSLR ou Mirrorless
  • Cartões de memória
  • Lentes de 17mm a 400mm
  • Tripé
  • Cabo disparador

* Em caso de dúvidas, clique aqui e veja nosso FAQ.

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 4.190,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA QUARTO INDIVIDUAL: US$ 400,00**

DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00**

DESCONTO PARA OS 05 (CINCO) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

Forma de Pagamento
  • A vista em depósito com 5% de desconto
  • 30% de entrada + saldo em até 4x sem juros no Visa/Master

 

* Devido a limitação de estrutura dos lodges durante a trilha, pode haver necessidade de pernoite em quarto triplo.

** Devido a limitação de quartos nos lodges de montanha, a opção de quarto individual é garantida em Katmandu, provável em Phakding e Namche Bazaar e improvável nos vilarejos a partir de Tengboche. Caso seja pago o suplemento individual e não haja quartos individuais em algum dos dois primeiros vilarejos da trilha, será realizado o reembolso proporcional. Caso o grupo seja fechado e não haja um participante do mesmo sexo para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$200,00. Este valor deverá ser pago a vista 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 8 participantes para que o grupo seja confirmado. No momento da inscrição, deverá ser pago um sinal como garantia de inscrição no valor de R$2.500,00 por pessoa, sendo que este sinal não é reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser utilizado como crédito para outro destino. A confirmação ou não da saída extra em outubro será feita no dia 28/02/2020 ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.

Voos Internacionais

Chegada a Katmandu no dia 26 de abril. Embarque de retorno ao Brasil a partir de Katmandu no dia 8 de maio. Consulte-nos para cotação e reserva das passagens aéreas.