Nepal & Butão | Contrastes do Himalaia

03 DEZ - 12 DEZ 2018


INSCRIÇÕES ABERTAS

Uma jornada fotográfica completa nas vertentes do Himalaia

Embora com características totalmente diferentes entre si, Nepal e Butão oferecem, juntos, uma experiência engrandecedora. Ambos fascinantes e localizados nas vertentes do Himalaia, onde estão as maiores montanhas do mundo, estes dois destinos possuem cenários extraordinários que definem claramente suas riquezas e contrastes, sendo uma oportunidade única para que os entusiastas da fotografia desenvolvam o olhar e registrem momentos marcantes.

Iniciaremos nossa expedição por Kathmandu, a capital e a maior cidade do Nepal. Localizada a cerca de 1.400 metros de altitude, a cidade é o trampolim logístico para o Himalaia e todas as belas atividades pelo seu vale – listado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Um lugar agitado e vibrante, também caracterizado pela presença de muitos montanhistas, de vários países do mundo, que se misturam pelas estreitas ruas ao lado de pessoas com trajes típicos das culturas budista e hindu.

Neste contexto, exploraremos a efervescente cidade através das suas ruas, nas praças, nos mercados e na peculiar arquitetura dos templos gerando inúmeras possibilidades fotográficas. Visitaremos a estupa Swayambhunath, uma das mais reverenciadas do mundo budista, igualmente conhecida como Templo dos Macacos e também a Praça Durbar, o epicentro da vida cívica e religiosa de Kathmandu, repleta de palácios, estupas e templos.

Um pouco afastado da cidade, visitaremos o templo hindu Pashupatinath, dedicado ao deus Shiva e considerado um dos mais sagrados por seus seguidores, dentre eles os famosos e fotogênicos sadhus, em uma boa oportunidade para produzirmos belos retratos. Próximo dali, chegaremos a Boudhanath, considerada a maior estupa do mundo. Este santuário budista do século XIV, famoso pelos dois grandes olhos de Buda, é um dos principais locais de peregrinação da comunidade tibetana, mas também atrai budistas do mundo todo. Cercado por casas pitorescas, lojas e aproximadamente 50 pequenos mosteiros, é um lugar muito rico visualmente.

De Kathmandu, embarcamos rumo ao Butão, o pequeno reino localizado entre os gigantes China e Índia. Um país surpreendentemente bucólico, onde a felicidade é levada tão a sério que como política pública foi adotado o Gross National Happiness (Felicidade Interna Bruta) – ideologia onde o Estado é responsável por prover as condições necessárias, por meio dos ensinamentos budistas, para que a população possa se concentrar na busca da felicidade.

No Butão teremos uma experiência diferente de Kathmandu. Aqui as cidades são pequenas e silenciosas. Tudo é mais limpo, organizado e equilibrado. Por ser um país montanhoso, as paisagens são belíssimas e ainda é possível encontrar vilas rurais preservadas. A arquitetura é uma das maiores atrações do local. Poderemos aprimorar o nosso olhar entre os prédios e casas com estrutura de madeira e taipa (barro amassado) e com suas estacas esculpidas e encaixadas umas nas outras sem a ajuda de pregos. Vale tembém nos aprofundarmos nos detalhes dos acabamentos dos telhados que são feitos e pintados à mão. Algumas pinturas dos maiores prédios são verdadeiras obras de arte, com dragões e desenhos de flores, bolas, portais e rodas da sorte (um dos símbolos do Butão) – todos muito coloridos.

Diz a lenda que no século VIII, o guru Rinpoche chegou nesta região voando no lombo de um tigre ao alto do monte que avança sobre o Vale Paro. Encontrou uma caverna, instalou-se e lá meditou durante três meses. Por ter acolhido o precursor do budismo no Butão, o local foi destinado a abrigar o templo Taktsang – o famoso “Ninho do Tigre”. Erguido em 1692 pelo lama Shabdrung Ngawang Namgyal, que unificou um país em frangalhos, este é o mais sagrado dos monastérios do Butão – e o mais surpreendente também. O percurso até o monastério leva algumas horas, mas a recompensa, quando se chega ao destino incrustado nas pedras, vale cada gota de suor: bandeirinhas coloridas, o silêncio das alturas, uma floresta verdejante e um dos monastérios mais isolados e misteriosos do mundo. Difícil não se emocionar.

Como o Butão possui uma forte relação com o Budismo, quase o tempo todo, e em todas as cidades, é possível ver pessoas orando – o que nos envolve numa atmosfera bastante singular e agradável. Entretanto, como o país ainda guarda uma cultura original tão preservada, atrativo que faz do local um dos destinos mais cobiçados do mundo na atualidade, ainda é possível experimentarmos uma verdadeira imersão espiritual, desconectando um pouco das agitações presentes na atualidade.

Érico Hiller

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CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Érico Hiller

National Geographic

Érico Hiller nasceu em Belo Horizonte (MG), mas adotou São Paulo como cidade para residir. Seu interesse pela fotografia despertou quando ele tinha entre 18 e 19 anos de idade, mas foi durante a Faculdade de Comunicação que realmente houve sua conexão com a fotografia de uma maneira mais intensa e definitiva.

Algum tempo depois, já com 26 anos de idade, decidiu trocar o emprego para se dedicar totalmente ao mundo da fotografia, já que tinha certeza de que gostaria de trilhar o caminho dos projetos documentais e publicar livros, nos quais pudesse contar suas histórias visuais. De certa forma, ele já praticava o chamado storytelling antes mesmo de existir essa denominação. Para Érico, aliás, não há meio melhor para se apreciar fotografias do que o livro, onde o próprio fotógrafo pode dispor as imagens da forma mais apropriada e adequada, considerando uma leitura mais lenta e uma apreensão mais calma por parte do leitor. Para ele, a fotografia impressa tem outro sabor.

Com o tempo, passou a viajar pelo Brasil e pelo mundo e desenvolveu seu olhar para fazer registros documentais cada vez mais precisos e sensíveis, em especial relacionados à temática ambiental e humanitária. Em 2008, realizou um longo ensaio documental sobre as tensões sociais em grandes cidades da Argentina, do Brasil, da China, Índia, México e Rússia. Entre 2011 e 2012 esteve no Ártico, na Tanzânia, na Etiópia, nas Maldivas e na Mata Atlântica retratando regiões ameaçadas. Essas expedições pelo mundo – Érico já esteve em mais de 50 países — propiciaram a publicação de três livros: Emergentes (2008), Ameaçados (2012) e A Jornada do Rinoceronte (2016). Neste mesmo ano, algumas de suas fotos compuseram a exposição Diários de Viagem, na Leica Gallery, em São Paulo. No Brasil, suas fotos já foram veiculadas nas revistas National Geographic, Marie Claire e Rolling Stone, entre outras publicações.

Pela OneLapse, guiando grupos de entusiastas da fotografia, ele esteve na Índia (durante o Festival da Cores), em Myanmar, duas vezes na Indochina (Vietnã e Laos) e na Etiópia. Para o Érico não há muito segredo para se conseguir excelentes imagens. Primeiro, é preciso ter muita motivação e realmente entender o lugar que se visita. Depois, é necessário ter sensibilidade e uma certa doçura para se relacionar com as pessoas. Outro fator importante é se desvencilhar de qualquer pré-julgamento e fotografar com o espírito elevado e bondade. Em suas expedições fotográficas busca inspirar os participantes e ao mesmo tempo deixá-los aptos para lidar com os dilemas e as dificuldades existentes na fotografia documental, principalmente estando nas ruas em destinos não convencionais, dando um suporte logístico e técnico para que cada participante se sinta habilitado para contar uma história em uma sequencia de fotos. Esse é o seu desafio.

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DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | KATHMANDU

Chegada ao aeroporto internacional de Katmandu. Recepção e traslado ao hotel para check-in. A maior cidade do Nepal, com mais de 1 milhão de habitantes, passa longe de ser um lugarejo bucólico. O trânsito é caótico, mas basta ver as ruas do Thamel, o bairro mais badalado, para se apaixonar. Os milhares de turistas que desembarcam na cidade todos os anos, em busca de uma imersão cultural ou aventuras na região do Everest, concordam com isso. Não poderia ser diferente para os entusiastas da fotografia documental. Em horário a ser definido, nos reuniremos com o fotógrafo para um briefing detalhado sobre a viagem. Pernoite.

DIA 2 | KATHMANDU

Hoje começaremos a explorar os principais monumentos da região de Kathmandu, como o templo hindu Pashupatinath. Assim como em Varanasi, na Índia, Kathmandu tem seu rio sagrado. É o Bagmati, que todos os anos serve de cenário para cremações e cerimônias funerárias de milhares de nepaleses. Não por acaso, o rio passa dentro do templo. O complexo é enorme e tem o formato de um cubo, com quatro entradas principais. O prédio atual foi erguido no século XVII, para substituir templos muito mais antigos, mas que já estavam deteriorados. Existem várias histórias para explicar a origem do Pashupatinath, mas quase todas envolvem o mesmo ponto: certo dia, ao passar pelo Vale de Kathmandu, Shiva teria se impressionado com a beleza do rio e das florestas. Ele resolveu morar por ali, encarnado na forma de um animal, e só teria deixado o local quando os outros deuses descobriram que ele estava lá. Além de observar o ritual de cremações, podemos aproveitar para fotografar os sadhus, produzindo belos retratos. Dali, podemos seguir até a estupa de Boudhanath, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1979. Esse também é o templo budista tibetano mais sagrado fora do Tibete. Boudhanath é chamado de estupa por conta de sua forma, que o budismo considera a representação arquitetônica do cosmo: ou seja, uma torre circundada por um abóbada, que contem relíquias budistas. Se vista de cima, o formato é de uma grande mandala, e o local ficou famoso como um dos principais cartões postais do país pelos tradicionais olhos de Buda pintados em seu topo.

DIA 3 | KATHMANDU

Nosso dia será dedicado a visitarmos outros monumentos da região, como o Templo Swayambhunath (também conhecido como Templo dos Macacos). Esse complexo de estupas e templos budistas e hindus fica no alto de uma colina, de onde se tem uma excelente vista da cidade. No centro do templo, a construção que mais chama a atenção é uma típica estupa budista, com uma grande torre dourada e os olhos de Buda pintados no topo, nos quatro lados da torre, olhando por todos. As lendas contam que o vale antigamente era um lago (e até existem evidências geológicas que confirmam isso). Desse lago, uma flor de lótus, plantada por Buda, nasceu e brilhava fortemente, atraindo pessoas a venerar tal luz miraculosa. Essa flor ficaria exatamente no lugar onde hoje está Swayambhunath. Quando um deus secou o lago, a lótus teria ido parar no topo de uma colina e se transformado numa estupa. “Swayambhu” significa algo como “o que se auto-criou”. Dali, poderemos seguir até o Durbar Square, a praça mais famosa do país que está lá há 1000 anos, embora tenha passado por diversas reformas e restaurações ao longo dos séculos. Durante séculos, o Nepal foi um conjunto de pequenos reinos independentes. Perto de cada Palácio Real, os reis ordenavam a construção de uma grande praça, a Durbar Square. Essas áreas eram repletas de estátuas, fontes, jardins e, claro, templos. Muitos templos, dedicados a deuses e deusas locais. Sem dúvida mais um dia riquíssimo para a nossa fotografia.

DIA 4 | KATHMANDU – PARO – THIMPHU

De acordo com o horário do voo, traslado ao aeroporto para embarque com destino a Paro, no Butão. Durante o voo, se as condições do tempo permitirem, teremos a oportunidade de admirar a cadeia de montanhas do Himalaia, incluindo o Everest. Chegada, recepção e transporte de carro até Thimphu, capital do Butão desde 1961 e maior cidade do país, com uma população ao redor de 100 mil habitantes. Pequenina, charmosa, Thimphu fica no fundo de um lindo vale e às margens do rio Wang Chu. De Paro à Thimphu são apenas 55 km percorridos em meio a curvas e mais curvas num cenário deslumbrante repleto de aldeias rurais, picos nevados, terraços de arroz, monastérios e estupas. Teremos tempo para explorar um pouco da cidade neste final de tarde antes de seguirmos ao hotel.

DIA 5 | THIMPHU

Dia inteiro dedicado a conhecermos com calma a cidade e região, como por exemplo o Memorial Chorten (construído em homenagem ao terceiro rei do país, Jigme Dorji Wangchuk), o Tashiccho Dzong (um dos mais importantes edifícios do governo, dividido entre a parte religiosa e política, abrigando inclusive o escritório do atual rei), o Zilukha Nunnery (mosteiro exclusivo para mulheres com cerca de 70 residentes) e, com sorte, uma escola de monges. Havendo tempo, poderemos visitar a grande estátua de Buda localizada no alto de uma colina com bela vista para o vale.

DIA 6 | THIMPHU – PUNAKHA

Pela manhã, seguiremos para Punakha, a antiga capital do Reino do Butão. A região é famosa pelas fazendas que produzem tanto arroz vermelho como branco. O solo próximo ao leito dos rios Pho e Mo Chu é considerado propício ao seu cultivo. Um dos monastérios mais surpreendentes do Butão é o Punakha Dzong, que significa “o palácio da grande felicidade”. Sua construção data do século XVII. Ele foi erguido exatamente no ponto de junção dos rios Pho Chu (pai) e Mo Chu (mãe), no vale Wangdue, a partir de uma profecia do Guru Rinpoche. Enquanto Punakha era a capital, ali funcionava o centro administrativo do país. Hoje, o Punakha Dzong é o centro religioso de inverno do Butão e tem uma enorme escola de monges. Je Kenpho, o líder espiritual do país, e seu grupo de monges permanecem por seis meses no monastério, a cada ano. Ao longo de sua história, o local já sofreu incêndios, enchentes e terremotos. Mas, continua imponente com sua arquitetura delicada e pinturas impressionantes.

DIA 7 | PUNAKHA – PARO

Em Punakha, ainda faremos uma breve caminhada pelas lavouras até o Templo Chimi Lhakhang, construído em 1499 pelo lama Drukpa Kuenly, o Deus da fertilidade, também conhecido como divino homem mau. Neste mosteiro vivem apenas jovens monges. O lama Drukpa Kuenly viveu no Butão no século XVI e contam que ele lançou a flecha da sabedoria da sua terra natal, o Tibete, em direção ao local para onde levaria seus ensinamentos. O destino foi o Butão. Ele tinha a intenção de quebrar as convenções sociais da época e encorajar os trabalhadores a estudar o budismo com uma mente aberta. Empregava uma linguagem obscena, bebia muito e usava forte apelo sexual para difundir suas crenças. Apesar desses métodos bem pouco convencionais, ele é considerado um dos grandes mestres budistas do país. Prova disso é que seus preceitos são citados e seguidos ainda hoje, com as pinturas de falos em todo o país. Atualmente, esse pequeno templo é visitado por muitos peregrinos em busca de bençãos divinas para receber a graça da concepção e para garantir a proteção de seus filhos. De Punakha, seguiremos de volta a Paro. Havendo tempo, visitaremos o imponente Rinpung Dzong, também chamado de Paro Dzong. Seu nome significa “monte de joias”. O complexo é formado por mais de 10 prédios belíssimos de arquitetura butanesa, incluindo o Museu Nacional do Butão.

DIA 8 | PARO

Paro é a cidade esperada com mais ansiedade numa viagem ao Butão. O motivo é a visita ao grande templo sagrado: Tiger’s Nest (Ninho do Tigre). Chegar lá não é fácil, mas a recompensa vale todo o esforço. Localizado a 3100m de altitude, levamos cerca de duas horas e meia para alcançarmos o templo, que é realmente divino! De uma força inacreditável. O Monastério de Taktshang foi construído em 1692 e é formado por quatro templos e uma ala de dormitórios. Os prédios são encravados na pedra em diferentes níveis e conectados por pontes e escadarias. Lá dentro, o silêncio é total, a devoção dos monges comovente e o cheiro do incenso envolve o ambiente. Os butaneses dizem que uma hora de meditação no Ninho do Tigre equivale a três meses de meditação em outros templos. Isso realmente mostra como o lugar é considerado sagrado para os budistas. Antes de retornarmos ao hotel, pode ser feita uma parada para compras na cidade.

DIA 9 | PARO – KATHMANDU

Café da manhã e check-out. Traslado ao aeroporto para embarque de volta a Kathmandu, no Nepal. Em Kathmandu, teremos o restante do dia livre com opção de reunirmos com o fotógrafo para edição e tratamento de imagens, bem como compras e outras atividades individuais. Sugerimos uma caminhada pelo bairro Thamel, com suas ruas estreitas e caóticas cheias de pequenos hotéis, restaurantes, lojas e etc, o cenário perfeito para fotografar Kathmandu em meio aos labirintos já famosos da cidade.

DIA 10 | KATHMANDU – EMBARQUE

Dia livre até o check-out. De acordo com o horário do voo, traslado ao aeroporto, de onde nos despediremos com ótimas recordações.

FIM DOS SERVIÇOS

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Cristiano Xavier. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

KATHMANDU: Hotel Crowne Plaza
TIMPHU: Hotel Osel
PUNAKHA: Green Resort
PARO: Hotel Tashi Namgay

INCLUI

  • 09 noites de hospedagem com café da manhã no Nepal e pensão completa no Butão;
  • Traslados de chegada e saída privativos ao grupo nos horários de voos selecionados pela OneLapse no momento da confirmação da viagem;
  • Transporte privativo ao grupo para todas as locações mencionadas no roteiro;
  • Voos internos com taxas de embarque;
  • Visto de entrada no Butão;
  • Entradas para todas as locações selecionadas;
  • Acompanhamento do fotógrafo Érico Hiller durante todas as saídas fotográficas com instruções de acordo com o objetivo de cada participante;
  • Acompanhamento de coordenador operacional da OneLapse falando português;
  • Acompanhamento de guia falando espanhol no Nepal e guia falando inglês no Butão;
  • Seguro viagem April – Max 60 Mundo

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas e taxas de embarque;
  • Traslados de chegada e saída fora dos horários selecionados ao grupo;
  • Visto de entrada no Nepal (cerca de USD25 e emitido na chegada a Kathmandu);
  • Early check-in e Late check-out;
  • Equipamento de fotografia;
  • Bebidas e refeições não mencionadas no roteiro;
  • Despesas pessoais e gorjetas.

 

OBSERVAÇÕES

  • Esta viagem é destinada a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
  • Brasileiros necessitam de passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da data de chegada ao Nepal e Butão, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e visto para cada destino;
  • Os preços estão em dólares americanos (US$) e por pessoa. A conversão para o Real levará em consideração o câmbio turismo no dia do pagamento, conforme cotação do Valor Econômico;
  • O roteiro pode sofrer alterações após o início da viagem devido às condições climáticas e/ou caso o fotógrafo responsável considere necessário para garantir o melhor aproveitamento do tempo e oportunidades fotográficas;
  • A altitudenas cidades que visitaremos no Butão varia de 1200m a 2300m acima do nível do mar. Para uma atividade específica (subida ao Monastério Tiger’s Nest), a altitude chega a 3100m;
  • Boa parte dos monastérios do Butão proíbe fotos e vídeos em suas instalações internas.

 

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica DSLR ou Mirrorless
  • Cartões de memória
  • Lentes de 17mm a 200mm
  • Tripé
  • Cabo disparador

* Em caso de dúvidas, clique aqui e veja nosso FAQ.

 

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 4.590,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA ACOMODAÇÃO INDIVIDUAL: US$ 650,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00**

DESCONTO AOS 06 (SEIS) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

Forma de Pagamento
  • A vista em depósito com 5% de desconto
  • 30% de entrada + saldo em até 4x sem juros no Visa, MasterCard e Amex

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$325,00. Este valor deverá ser pago a vista 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 10 participantes para que o grupo seja confirmado. No momento da inscrição, deverá ser pago um sinal como garantia de inscrição no valor de R$2.500,00 por pessoa, não reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser utilizado como crédito para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 31/08/2018 ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.