Mongólia | Deserto de Gobi & Festival das Águias

17 SET - 27 SET 2019


INSCRIÇÕES ABERTAS

28 SET - 08 OUT 2019


ESGOTADO

Dos caçadores com águias aos nômades do Gobi: um olhar profundo sobre a Mongólia

Os berkutchi só precisam de três coisas na vida: um cavalo rápido, um fiel cão de guarda e, obviamente, uma águia. Assim tem sido a vida dos que caçam com águias, uma tradição repassada de geração para geração há ao menos 6 mil anos no oeste da Mongólia. O cenário são as montanhas Altai; a população, a minoria cazaque que, no entanto, é maioria nesta região do país; e a data é especial. O Festival das Águias Douradas acontece todo ano no final de setembro, marcando o início da temporada de caça que se estende por todo o inverno. Época perfeita para conhecer um dos mais exóticos países do mundo e ainda vivenciar uma rica tradição ancestral.

A Mongólia é daqueles raros lugares do planeta repletos de oportunidades para descansar o olhar da repetição de imagens que o mundo globalizado nos apresenta. A começar pela natureza extrema e diversa – da imensidão do deserto do Gobi no sul ao montanhoso oeste, já fronteira com o Cazaquistão. Nem a capital, Ulan Bator, onde nossa jornada começa, cai no estereótipo de uma cidade asiática convencional.

Ali, a modernidade convive com mercados tradicionais e até gers, as tendas típicas dos nômades, instaladas nas regiões mais periféricas. Sem faltar, evidentemente, estátuas de Gengis Khan, o fundador do que viria a ser o mais extenso império territorial da história do mundo, e nem feiosos blocos de apartamentos, legado de 70 anos de comunismo em uma história bem mais recente. “É uma cidade que tem costumes antigos, o que rende uma fotografia de rua muito interessante”, diz o fotógrafo Cristiano Xavier.

Ulan Bator, no entanto, é uma espécie de aquecimento para o que vem a seguir: as vastas planícies do Gobi. Maior deserto da Ásia, ele ocupa um terço da Mongólia e avança ainda pelo norte da China. No total, mais ou menos do tamanho do Peru. A palavra gobi significa, em mongol, simplesmente “deserto”, muito embora a língua permita distinção entre 33 tipos diferentes deles, da mesma forma que os esquimós nomeiam tons de branco. E aquele tipo de deserto que povoa nosso imaginário – o das dunas macias – ocupa somente 3% do território total.

Surpreendente é se deparar com cenários como o de Flaming Cliffs, local em que o aventureiro americano Roy Chapman Andrews, na década de 1920, descobriu mais de 100 esqueletos de dinossauros, incluindo Velociraptors e Oviraptors. A Mongólia está entre os países onde foram encontradas mais espécies diferentes destes animais pré-históricos. Mas não espere ver isso no Gobi. Esqueletos e ovos estão no Museu de Historia Natural de Ulan Bator. Em Flaming Cliffs o grande tesouro é a luz. “São montanhas de arenito vermelho que ao pôr do sol parecem pegar fogo. A luz no final do dia, rebatida por estas montanhas, chega a uma cor quase surreal. Um efeito visual incrível”, diz Cristiano.

Para quem quer a imagem clássica de deserto, também há. Estamos falando das Dunas de Khongor, algumas das maiores do mundo, que elevam-se a até 200 metros de altura sobre um terreno meio úmido que, em determinadas épocas do ano, fica coberto de verde. Visualmente, um paredão de areia imenso. “No final da tarde, o sol já bem baixo bate lateralmente nessas dunas provocando um jogo de luz e sombras, um 3D incrível” diz Cristiano. Completam a paisagem os nômades e seus camelos. “Forma-se aquela composição do volume das dunas com os camelos andando naquela luz do por do sol ou do amanhecer. Como é um lugar desértico, dificilmente chove.” Isso significa: luz perfeita praticamente garantida.

“A beleza daquele lugar é a imensidão das planícies. Aquele vazio, o emptiness, aquela paz que a paisagem transmite, o isolamento”, conta Cristiano, acrescentando que as atrações estão espalhadas pela vastidão do deserto, assim como os acampamentos em que o grupo irá se hospedar. Em termos de estrutura turística, aliás, é bom lembrar que há limitações neste país remoto onde os visitantes ainda não chegam em massa. No Gobi e em Ulgii não ficaremos em hotéis, mas em ger camps, onde se dorme nestas tendas tradicionais ao estilo nômade. Wi-fi nestes trechos não há e sinal de celular (lento) é parcialmente disponível. Coisas que podem nos tirar da zona de conforto, mas que ao mesmo tempo proporcionam uma conexão única com o lugar, uma imersão cultural profunda. “Isso é produtivo para um olhar fotográfico. Ajuda a criar, desenvolver a fotografia quando você tem a imersão total.”

A Mongólia tem a menor densidade populacional do planeta – com 2 pessoas por km quadrado. Já o Gobi é dos lugares menos densos do país. Mesmo assim, ao longo dos grandes deslocamentos, encontram-se pessoas e isso garante momentos enriquecedores. Parte da população ainda é nômade e vive de uma forma muito tradicional. “Eles são extremamente receptivos, então conseguimos nos aproximar, trocar umas palavras, pedir autorização e colher algumas imagens muito boas. Muitas vezes até nos convidam para entrar em suas tendas, decoradas com móveis simples, mas muito coloridos. Dá para entender como eles vivem”, conta Cristiano.

E quando o olhar se acostuma a estas vastas planícies, eis que o cenário muda radicalmente. Ainda na mesma Mongólia, mas no extremo oeste do país, Ulgii é uma cidade montanhosa, muito simples, que amanhece envolta em uma névoa constante. Uma situação de luz perfeita para registrar cenas de vida cotidiana, como crianças indo para a escola com seus uniformes e trabalhadores deixando suas casas em meio ao trânsito meio caótico. Mas o grande highlight da região e consequentemente de nossa viagem está a vinte minutos dali, uma cidade armada em uma planície das montanhas do Altai e por apenas dois dias, o tempo que dura o Festival das Águias Douradas.

O espetáculo começa de manhã bem cedo, quando os caçadores com águias – os berkutchi, na língua kazaque – chegam montados em seus cavalos para um dia cheio de competições. “A luz é muito bonita quando o sol nasce, praticamente não há nuvens. Você vê as fumaças saindo de cada cabana que foi montada, com aquela luz meio difusa, os cavaleiros indo em direção a esses gers com as águias nos braços”, lembra Cristiano.

Após uma cerimônia de apresentação dos cerca de 100 caçadores e suas imponentes águias, começam as provas. Coisas impressionantes como soltar o pássaro no alto da montanha para ele mergulhar, como uma flecha, e pousar no braço do caçador que o espera na planície. “O lugar e as pessoas são extremamente fotogênicos. Não se trata apenas dos eagle hunters, figuras que parecem medievais, com suas roupas de peles de raposa ou de lobo, mas todas as manifestações culturais que acontecem ao redor, durante estes dois dias.” Espetáculo que mistura tradição, beleza e uma compreensão rara da natureza que poucos visitantes têm o privilégio de conhecer e registrar.

 

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CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Cristiano Xavier

Fine Nature Photography

A fotografia é fascinante e capaz de mudar a vida de muitas pessoas. Foi o que aconteceu com Cristiano Xavier, mineiro, nascido em Belo Horizonte há 43 anos. Sempre gostou de fotografar, mas, como profissão, havia abraçado a odontologia. Cristiano começou a fotografar em 1998 e, para ele, a fotografia de natureza era mais um hobby, embora um hobby levado muito a sério. Naquele final da década de 1990, Cristiano estudou muito e devorava todos os livros e revistas que tratavam do assunto e apareciam na sua frente. Dessa forma, como autodidata, começou a aprender e a desenvolver as principais técnicas de fotografia.

Até que, em 2002, resolveu se aprofundar no assunto e partiu para os Estados Unidos, mais especialmente para o Palm Beach Photographic Centre, onde teve a oportunidade de conhecer a obra de importantes fotógrafos americanos. Quando, após um ano, retornou ao Brasil tomou uma decisão que mudaria sua vida para sempre: trocou definitivamente o avental, as luvas e os equipamentos odontológicos pelas câmeras, flashs e lentes fotográficas. Largou o consultório para se dedicar exclusivamente à fotografia. Depois de algum tempo, em Belo Horizonte, abriu um estúdio, onde produzia fotos industriais, still, retratos, entre outras demandas comerciais.

Durante esse período, mesmo com o estúdio em funcionamento, Cristiano nunca deixou de viajar e de fotografar a natureza, tendo como inspiração renomados fotógrafos da área, como o americano Art Wolfe e os brasileiros Fábio Colombini e Luciano Candisani. E mais recentemente outros nomes como Marc Adamus, Ian Plant, Joseph Rossbach, Christian Lim e Iurie Belegurshi, que se tornaram amigos.

Mesmo bebendo na fonte de grandes mestres, Cristiano Xavier desenvolveu uma linha própria de trabalho, mais direcionada à valorização da estética e às imagens que registram a beleza da natureza, levando em conta a composição do ambiente e da luz. Seu olhar busca captar aquela imagem que emociona, que impacta e que ao mesmo tempo está conectada com sua alma. Além disso, Cristiano desenvolveu um estilo especial para fotos noturnas, uma de suas áreas favoritas.

A partir de 2013, como um dos sócios fundadores da OneLapse, também passou a viajar ao redor do mundo liderando grupos de entusiastas da fotografia. Para ele, estas viagens são oportunidades únicas para a interação de vários olhares ao mesmo tempo e para que haja uma intensa e rica troca de experiências entre os participantes. Afinal, todos estão juntos respirando fotografia 24 horas por dia.

Segundo Xavier, estas viagens são essenciais para quem deseja fazer uma imersão na arte de fotografar. Para isso, basta estar aberto a novas experiências e entrar no clima da expedição. Tudo isso, segundo ele, é fundamental para que os resultados das fotos sejam cada vez melhores, como mostra suas imagens captadas em vários destinos, como Yukon (Canadá), Ilhas Lofoten (Noruega), Namíbia, Irã, Patagônia, Cuba, Peru, Islândia, Tanzânia, Nepal, Butão, entre outros.

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DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | ULAN BATOR

Chegada ao aeroporto internacional de Ulan Bator. Recepção e traslado ao hotel para check-in. A cidade tem muito pouco do caos e da confusão que são características das capitais asiáticas. Situada em um vale, Ulan Bator cresceu como uma cidade acampamento, onde hordas de mongóis descansavam entre uma série de pilhagens e saques. É uma das capitais mais frias do mundo e cenário de uma mistura curiosa da influência soviética e da cultural mongol. A noite, encontraremos com o fotógrafo Cristiano Xavier para um briefing detalhado sobre a nossa expedição. Pernoite.

DIA 2 | ULAN BATOR – DESERTO DE GOBI

Após o café da manhã, seguiremos ao aeroporto para embarque com destino ao Deserto de Gobi, localizado ao sul do país e considerado o quarto maior deserto do mundo. Gobi na língua local significa “deserto” ou “lugar sem água”. Após a chegada, seremos transportados em veículos 4×4 por um caminho longo e desértico onde impera uma paisagem plana a perder de vista. Aqui devemos ter a primeira interação com os nômades do deserto e seus costumes, gerando as primeiras oportunidades fotográficas. O isolamento dos gers no meio da imensidão das planícies nos faz refletir sobre o quanto esta paisagem é única. Chegada ao lodge para almoço. Após um breve descanso seguiremos até as formações de rochas e areia vermelhas, conhecida como “Cemitério dos Dinossauros”, devido a quantidade de fósseis descobertos na região. Ao final do dia, a luz vermelha do por do sol exacerba ainda mais a beleza destas estruturas, que refletem a cor vibrante minutos antes do sol se esconder no horizonte.

DIAS 3 e 4 | DESERTO DE GOBI

Nossos dias no Deserto de Gobi serão dedicados a explorar a imensidão natural e a cultura nômade que prevalece na região. As dunas chegam a ter 12 km de largura e 100 km de comprimento. Programaremos as saídas fotográficas nos momentos de luz mais adequados explorando variados cenários. Além das dunas, a estepe se estende até onde a nossa vista alcança, criando um ambiente fascinante. Da textura da areia, passando pelos pastores que cruzam o deserto com seus camelos até o céu noturno com incontáveis estrelas cintilantes, nossa passagem por Gobi promete imagens únicas e uma experiência transformadora. Próximo dali também encontramos o Vale de Yon e sua formação interessante com duas paredes altas de rocha. Localizado sobre um grande glaciar, o solo do vale permanece congelado mesmo durante o verão. O cenário dramático é de tirar o fôlego e, sem dúvida, uma das mais belas locações do país. Com um pouco de sorte, teremos a oportunidade de observar a vida selvagem da região, que inclui cabras alpinas e abutres barbudos.

DIA 5 | DESERTO DE GOBI – ULAN BATOR

Pela manhã, retornaremos a capital em voo doméstico. Chegada, recepção e traslado ao hotel. Havendo tempo, poderemos caminhar por alguns dos principais pontos da cidade, como o Monastério Gandan, o maior mosteiro do país, com mais de 500 monges. Há vários templos para se visitar dentro deste complexo, mas o destaque é o Migjid Janraisig Sum, uma estrutura enorme que contém a estátua de Avalokitesvara. Noite livre. A cidade é cosmopolita, com bares, shoppings e restaurantes num ambiente descontraído.

DIA 6 | ULAN BATOR – ULGII

Café da manhã e traslado ao aeroporto para embarque com destino a cidade de Ulgii, localizada no extremo oeste da Mongólia. Aqui vivem cerca de 90% da população cazaque no país e serve de base para o nosso encontro com algumas famílias locais tradicionais, além da beleza dos caçadores e suas águias adestradas. Pernoite.

DIAS 7, 8 e 9 | ULGII

Nossos dois primeiros dias aqui serão dedicados ao famoso Festival das Águias, realizado anualmente desde o ano 2000. O festival começa com a apresentação dos cavaleiros num desfile e concursos de técnicas de caça e vestuário tradicional. A cada ano o número de caçadores com águias participantes aumenta, o que torna o festival ainda mais colorido e espetacular. É uma oportunidade excelente devido aos vários biotipos para serem fotografados, desde velhos caçadores até jovens aprendizes, homens e mulheres, roupas variadas feitas de pele de lobo, raposa e lebre, tudo isso reunido num lugar só produzindo uma vibrante e exótica experiência visual. Durante o evento, as águias caçam peles de raposa enquanto são direcionadas por seus donos a cavalo. A pontuação é dada de acordo com a capacidade de preensão e sua precisão no pouso dentro de uma área demarcada. Outras provas de força e agilidade são organizadas gerando ótimas oportunidades de fotos de ação, seja congelando ou usando a técnica do panning. Teremos o apoio de uma equipe local para organizar e orientar os caçadores para que seja possível produzir imagens incríveis, como retratos mais intimistas. Visando uma experiência ainda mais completa, após o festival organizaremos uma sessão de fotos privativa com uma família de caçadores e suas águias. Será uma vivência particular riquíssima, onde poderemos interagir com eles e aprender sobre o seu modo de vida, a comida típica, a cultura, além da honra e o orgulho de ser um bom caçador. Haverá também algum tempo livre para explorarmos a pequena e isolada cidade de Ulgii. Pela manhã a cidade acorda coberta com uma leve névoa e a luz nesta hora propicia boas oportunidades de street photography.

DIA 10 | ULGII – ULAN BATOR

Dia de retorno em voo doméstico a capital Ulan Bator. Chegada, recepção e traslado ao hotel. Restante do dia livre para atividades individuais. À noite teremos um jantar típico de encerramento. Pernoite.

DIA 11 | ULAN BATOR – EMBARQUE

Manhã livre até o check-out. De acordo com o horário do voo, traslado ao aeroporto, de onde nos despediremos com ótimas recordações.

FIM DOS SERVIÇOS

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Cristiano Xavier. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

ULAN BATOR: Hotel Holiday Inn
DESERTO DE GOBI: tradicionais cabanas nômades (com banheiro privativo)
ULGII: tradicionais cabanas nômades (com banheiro compartilhado)

INCLUI

  • 11 dias/10 noites de hospedagem
  • 08 noites com pensão completa e 02 noites com café da manhã
  • Traslados in/out privativos ao grupo para os horários de voos selecionados no momento da confirmação das reservas
  • Transporte privativo ao grupo para todas as locações descritas no roteiro
  • Voos internos com taxas de embarque (franquia de 10kg em bagagem despachada e 5kg em bagagem de mão)
  • Acompanhamento de guia local falando inglês, além de coordenador operacional da OneLapse falando português durante todo o roteiro
  • Acompanhamento do fotógrafo Cristiano Xavier em todas as locações e orientações fotográficas conforme objetivos de cada participante
  • Entradas para todos os locais visitados
  • Seguro viagem April – Plano Max 60 Mundo

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas e taxas de embarque (consulte-nos para cotação e emissão dos voos)
  • Traslados para horários de voo fora dos selecionados pela OneLapse
  • Excesso de bagagem nos voos internos (cerca de 3 dólares por kg extra)
  • Early check-in e Late check-out
  • Equipamento de fotografia
  • Refeições não mencionadas no roteiro e bebidas
  • Despesas pessoais e gorjetas

OBSERVAÇÕES

  • Os valores são por pessoa, estão em Dólares Americanos (USD) e serão convertidos ao Real levando em conta a cotação do Dólar Turismo do Valor Econômico no dia do envio do contrato de viagem;
  • Para esta viagem, brasileiros precisam de passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da chegada na Mongólia. O visto é gratuito para brasileiros e emitido na imigração em Ulan Bator;
  • Visitaremos regiões remotas durante o roteiro e por isso a estrutura de acomodação e opções de alimentação fora da capital são bastante limitadas. Sairemos da nossa zona de conforto por alguns dias e é importante alinhar as expectativas em prol de uma experiência única de imersão na cultura e natureza da Mongólia;
  • Para o grupo extra, de 17 a 27 de setembro, o Festival das Águias tradicional, que acontece apenas uma vez por ano, será substituído por um festival privativo ao nosso grupo, além da sessão de fotos também privativa já incluída para ambos os grupos;
  • A ordem do roteiro pode ser alterada caso o guia e/ou o fotógrafo responsável considerem necessário.

 

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica DSLR ou Mirrorless
  • Cartões de memória
  • Tripé
  • Lentes de 17mm a 400mm

* Em caso de dúvidas, entre em contato conosco.

 

VOOS INTERNACIONAIS

Chegada a Ulan Bator no dia 17 ou 28 de setembro, dependendo do grupo. Embarque de retorno no dia 27 de setembro ou 8 de outubro também de acordo com o grupo escolhido. No momento da confirmação do grupo será enviada uma sugestão de voos para que todos possam embarcar juntos (consulte-nos para a emissão das passagens aéreas).

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 4.990,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA ACOMODAÇÃO INDIVIDUAL: US$ 750,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00

DESCONTO PARA OS 06 (SEIS) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

FORMAS DE PAGAMENTO:
  • À vista em depósito/boleto com 5% de desconto
  • 30% de entrada + Saldo em até 4x sem juros no cartão de crédito Visa/Master

 

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$375,00. Este valor será cobrado a vista em até 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 8 participantes para que o grupo seja confirmado. O sinal não é reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser transferido para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 31 de julho ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.