Tonga | Mergulho com baleias jubarte na Polinésia

13 AGO - 21 AGO 2019


INSCRIÇÕES ABERTAS

Na água com as gigantes do mar

Com o filhote aconchegado junto ao corpo de 30 toneladas, ela flutuava imóvel logo abaixo da superfície do mar cristalino. O repouso impávido da baleia jubarte, a primeira de muitas que eu avistaria debaixo d’água ao longo daquela semana nas ilhas de Tonga, despertou em mim a sensação da afetuosidade materna, mais do que qualquer outro sentimento. Com os movimentos quase imperceptíveis das nadadeiras peitorais, a fêmea colossal mantinha sua cria sob proteção enquanto fitava os nossos movimentos com atenção: quatro minúsculos seres, flutuando com máscara e nadadeira a apenas quatro metros de distância. Dava para ver quando ela virava o olho para nos acompanhar. É uma imagem que não me sai da cabeça.

O desejo desse encontro era antigo. Fora despertado abruptamente há alguns anos por uma fotografia feita por meu amigo Tim Calver, no Pacífico Sul.  É uma imagem poderosa. Ela mostra um mergulhador minúsculo diante de uma jubarte na imensidão azul do oceano aberto. O homem absolutamente insignificante diante do gigante do mar, uma composição carregada de emoção e de uma informação então nova para mim: em alguns lugares da Polinésia as pessoas começavam a mergulhar com baleias em águas claras. A prática acabou se tornando frequente na região.

O Arquipélago de Tonga, situado a cerca de três horas de voo ao norte da Nova Zelândia, foi pioneiro na regulamentação do mergulho com jubartes. Regras foram estabelecidas para a atividade e agentes do governo fiscalizam as empresas credenciadas. Apenas guias treinados podem conduzir os visitantes para perto das baleias que, todos os anos, entre os meses de julho e novembro, buscam as águas quentes ao redor das 177 ilhas do arquipélago. A atividade promove a conservação marinha, gera renda para as comunidades locais e já representa um segmento relevante para a economia do país.

As normas vigentes no arquipélago proíbem o uso de equipamento de mergulho autônomo (cilindro de ar e regulador) perto das baleias, já que, segundo especialistas, o ruído produzido pela emissão das bolhas de ar pode afugentá-las. As interações na água, portanto, são basicamente feitas com equipamento básico de mergulho livre — máscara, respirador, nadadeiras e roupa de neoprene — a partir da superfície ou com imersões de poucos metros. Não é uma atividade reservada a mergulhadores avançados, mas a experiência mínima em mergulho livre é recomendada para melhor aproveitamento dessa vivência única. De forma geral, quanto maior a intimidade com o mar, maiores são as chances dessa experiência ser bem aproveitada.

Na minha primeira interação com as jubartes de Tonga as condições estavam perfeitas. Sozinha com o filhote em águas rasas e protegidas, a baleia tolerou impassível nossa aproximação. Sua única preocupação era mesmo com o filhote aparentemente recém-nascido. Na ocasião, cada um dos mergulhadores a bordo pôde ficar na água com ela por cerca de uma hora, somados todos os intervalos regulamentares. Os barcos levam oito mergulhadores, mas as regras permitem apenas quatro por vez na água com uma baleia, durante 20 minutos. Na prática esse período é mais do que suficiente. E, considerando o esforço físico envolvido na tarefa de nadar sucessivas vezes até a baleia, o descanso a intervalos regulares é sempre bem-vindo.

Os dias que se seguiram ao primeiro encontro trouxeram as mais variadas situações, incluindo uma manhã chuvosa repleta de baleias ariscas francamente empenhadas em frustrar nossas tentativas de aproximação. Mas, por outro lado, são desse dia algumas das minhas melhores fotografias da atividade das jubartes acima da superfície: de saltos, exposições da nadadeira caudal e da cabeça a batidas vigorosas da peitoral, todo o famoso repertório de “coreografias” aconteceu. E, em alguns momentos, sob uma bela luz que vez ou outra encontrava uma brecha entre as nuvens carregadas de chuva. A natureza é assim.

Quando vi a fotografia do Tim, lembro de ter pensado que aquele minúsculo ser humano diante da baleia deveria estar vivendo uma das maiores emoções possíveis a quem se dispõe a abrir os olhos abaixo da linha d’água do oceano. Pensei também na provável euforia de meu amigo ao enquadrar aquela cena épica com sua câmera. Refleti nisso por anos. Até que aquela primeira jubarte e seu filhote ganharam contornos nítidos à minha frente no mar de Tonga. Naquele momento, eu me tornei a um só tempo um ser minúsculo diante do titã marinho e um fotógrafo emocionado ao enquadrar, na própria câmera, um dos maiores seres vivos do planeta.

Luciano Candisani

Clique aqui e confira a Galeria completa de fotos

CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Luciano Candisani

National Geographic

Se você aprecia a natureza e suas histórias, certamente será impactado por alguma foto produzida pelo olhar de Luciano Candisani. Uma de suas principais características do trabalho deste renomado fotógrafo, além de apurado rigor estético, é criar narrativas visuais e, com isso, oferecer uma importante informação documental a quem observa suas imagens.

Esse seu estilo, entre outras qualidades, como a determinação em busca da imagem ideal, rendeu alguns dos principais prêmios da fotografia no exterior e no Brasil, como o Wildlife Photographer of the Year, o Big Picture, o Prêmio Abril de Jornalismo, conquistado cinco vezes e, o prêmio de melhor fotógrafo de viagem pela revista Viagem e Turismo, este último concedido em 2017.

Além das premiações, várias de suas fotos retratando a biodiversidade foram publicadas nas páginas da conceituada revista National Geographic, tanto na edição brasileira como na americana, e entre outras versões pelo mundo afora. Algumas delas, inclusive, tornaram-se capas dessas publicações, alcançando grande prestígio internacional.

Candisani começou sua carreira fotografando expedições científicas no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo – USP, onde cursou biologia. Sua primeira grande oportunidade profissional surgiu em 1996, quando foi convidado a integrar uma expedição de três meses para as ilhas Shetlands do Sul, na Antártica, com o objetivo de documentar a vida marinha sob o gelo. Logo após seu regresso a São Paulo publicou a sua primeira foto, a bela imagem de uma estrela marinha, registrada a 30 metros de profundidade, nas geladas águas da baía do Almirantado, próximo ao rochedo Napier, na Antártica, na capa da revista Globo Ciência (atualmente conhecida como Galileu).

Desde então, Candisani percorreu alguns dos lugares mais remotos do mundo com o objetivo de registrar imagens relacionadas à biodiversidade, à conservação ambiental e às populações tradicionais. Em 1998, passou sete meses a bordo do veleiro Aysoo em expedição à Patagônia e à Terra do Fogo. No Brasil, fotografou no Amazonas, nos Lençóis Maranhenses, no Atol das Rocas, em Fernando de Noronha, no Pantanal, entre tantas outras localidades. Também já esteve em diversos países da África e da Ásia sempre com o objetivo de criar impactantes narrativas visuais que, além da National Geographic, foram veiculadas em várias outras publicações, como Terra (já extinta), Superinteressante, Época, Veja, The Guardian, Geo, BBC Wildlife, entre outras.

O fotógrafo acredita que as imagens que faz pode ser uma importante ferramenta para despertar entre as pessoas a importância para a conservação de espécies e ambientes ameaçados e, em 2007, a relevância de seu trabalho para a fotografia e a conservação ambiental foi reconhecida com sua nomeação como membro da Internacional League of Conservation Photographers (ILCP), entidade que reúne alguns dos principais fotógrafos de natureza do mundo.

Candisani participou de inúmeras exposições individuais e coletivas em diversos países, foi ainda jurado em duas edições do prestigioso World Press Photo, em Amsterdã – o principal prêmio da fotografia do mundo – e também publicou alguns livros. Um deles, Pantanal, na Linha-d´Água, sob o selo da National Geographic, resultado de dois anos de viagens ao Pantanal, sendo que uma das imagens desse trabalho recebeu o primeiro prêmio em uma das categorias do conceituado Wildlife Photographer of the Year de 2012. E não para por aí, ele também pertence ao seleto coletivo “the photo society”, que reúne exclusivamente os fotógrafos da edição americana da National Geographic e, em março de 2018, estreará um filme sobre seu trabalho no National Geographic Chanel.

Todo esse conhecimento e experiência ele compartilha nas expedições fotográficas que lidera pela OneLapse, atuando como um catalisador e auxiliando os participantes a encontrarem seus próprios caminhos e a refletirem sobre os tipos de imagens que os emocionam e o que desejam registrar. Para isso, segundo o experiente fotógrafo, é importante que cada viajante leve um bom conhecimento do tema que será explorado na viagem, pois esse conhecimento será essencial para aguçar o entusiasmo e a motivação durante as expedições.

Clique aqui e saiba mais sobre o Fotógrafo.

DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | TONGA

Chegada a Nuku’alofa, em Tongatapu, a principal entre as 177 ilhas do arquipélago de Tonga, no Pacífico Sul. Recepção e traslado de barco até a ilha exclusiva aonde está localizado o nosso hotel. A noite está programada uma apresentação do fotógrafo Luciano Candisani com mais detalhes sobre a expedição. Pernoite.

DIAS 2 a 5 | TONGA

Início da rotina de saídas para a interação com as baleias jubartes na água. Teremos, ao todo, oito dias inteiros dedicados a essa atividade. Nesses dias de mar, a embarcação estará sempre pronta para zarpar do píer da ilha após o café da manhã. É uma lancha de proa alta e ótima velocidade nas manobras para as buscas e aproximação das baleias. A tripulação do barco conta com um capitão e um dive master responsável para a coordenação das atividades na água.

De acordo com normas ambientais de Tonga (que valem para todos os operadores autorizados) o número máximo de pessoas na água com cada baleia, simultaneamente, não pode ultrapassar cinco. Como os barcos levam, no mínimo, oito visitantes, torna-se necessária a divisão dos grupos em dois sub-grupos de quatro mergulhadores mais o dive master para um revezamento de permanência na água a cada vinte minutos. Ou seja, no caso de uma baleia que venha a permitir uma interação de uma hora e meia, cada um dos participantes permanecerá na água com ela por cerca de 45 minutos. Na prática, o revezamento funciona bastante bem ao proporcionar um descanso bem-vindo em uma atividade que envolve um certo desgaste físico. Além disso, é importante notar que durante os intervalos de superfície, a partir do barco, também é possível explorar muitas oportunidades fotográficas interessantes.

As regras não impõem limites quanto ao número máximo de mergulhos por período. No auge da temporada de reprodução (agosto e setembro) muitas baleias são avistadas em um dia típico, mas nem todas apresentam o comportamento ideal para uma aproximação eficiente. O nosso objetivo principal será encontrar fêmeas com filhotes pequenos em águas rasas e claras. Nessa condição as mães costumam descansar a meia água enquanto o filhote sobe e desce com frequência para respirar.

Fotografar baleias-jubarte debaixo d’água não é uma atividade reservada a mergulhadores avançados, mas experiência mínima em mergulho livre é recomendada para um melhor aproveitamento dessa oportunidade única. De forma geral, quanto maior a intimidade com o mar, maiores são as chances de aproveitamento da experiência.

É importante salientar que a fotografia da baleia jubarte no mar não envolve, necessariamente, mergulhos. A maior parte das boas imagens ocorrem quando as enormes jubartes vêm à superfície para respirar (veja galeria de fotos). Isso significa que para fotografá-las basta flutuar bem com a nadadeira, a máscara e a câmera. A roupa de neoprene ajuda na flutuabilidade. Ainda assim, ainda é possível vestir um colete flutuador. O dive master sempre carrega uma boia para o caso de alguém precisar descansar. Segurança e conforto sempre são as nossas prioridades.

O maior esforço físico da atividade é nadar até a baleia e/ou nadar junto com a baleia. Os barcos param sempre a cerca de 15 metros dos animais e essa distância precisa ser vencida a nado, com as nadadeiras. Cada um vai no seu ritmo, não há pressa. As vezes, as baleias começam a nadar. Se for um deslocamento lento é possível seguir pela água. De outra forma, o procedimento é voltar ao barco. Essa é uma decisão do dive master. Porém, caso alguém sinta a necessidade de voltar ao barco, basta fazer sinal com o braço. A subida e descida na embarcação é feita por uma escada especial submersa montada na popa.

Uma baleia jubarte pode chegar a 15 metros e mais de trinta toneladas. Mas, apesar desse porte avantajado, elas evitam o choque com embarcações e pessoas na água. Ainda assim, o dive master está sempre atento para evitar aproximações exageradas. Cinco metros é a distância permitida pelo regulamento ambiental de Tonga.

No meio do dia, é feito um intervalo de uma hora para a refeição. Nesse momento, normalmente o capitão ancora no abrigo de alguma ilha ou recife para minimizar o balanço. É o momento de descanso e reposição das energias para mais algumas interações com baleias a tarde. Porém, quem tiver disposição pode aproveitar a parada para um mergulho livre nos recifes rasos.

No final do dia, o barco deixa o nosso grupo de volta na ilha para jantar e pernoite.

DIA 6 | TONGA

Dia dedicado ao descanso e análise das imagens produzidas nos dias anteriores junto com o fotógrafo Luciano Candisani. Saídas para mergulho autônomo ou livre nos recifes também podem ser realizadas.

DIAS 7 e 8 | TONGA

Mais dois dias inteiros para o aprimoramento das técnicas da fotografia subaquática com uma das mais impressionantes criaturas dos mares.

DIA 9 | TONGA – EMBARQUE

Dia livre até o check-out. De acordo com o horário do voo, traslado de barco ao aeroporto, de onde nos despediremos com ótimas recordações.

FIM DOS SERVIÇOS

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Luciano Candisani. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

Ficaremos hospedados em um pequeno e charmoso hotel localizado numa ilha exclusiva ao norte de Nuku’alofa, a capital do Reino de Tonga. Os bangalôs dificilmente são visíveis das margens da ilha e o resort nunca dá a impressão de ser uma propriedade “construída”. Ao invés disso, as instalações aparecem como um pequeno complemento para a ilha. O local faz uso de energia solar, ventilação natural e um sistema controlado de consumo de energia, em alinhamento com o perfil de viajantes focados no ecoturismo.

 

 

INCLUI

  • 08 noites de hospedagem com café da manhã
  • 08 almoços do tipo “lunch box” nos dias de mergulho
  • Traslados in/out de barco privativos ao grupo para os horários de voos sugeridos no momento da confirmação da saída
  • Transporte privativo ao grupo para todas as locações descritas no roteiro
  • 06 saídas de mergulho seguindo a regulamentação local
  • Acompanhamento do fotógrafo Luciano Candisani em todas as atividades fotográficas descritas no roteiro e orientações  conforme objetivos de cada participante
  • Todas as permissões locais necessárias para mergulho
  • Empréstimo gratuito de roupa de neoprene de 3mm para mergulho
  • Seguro viagem April – Plano Max 60 Mundo

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas internacionais e taxas de embarque (consulte-nos para cotação e emissão dos voos)
  • Traslados para horários de voo fora dos selecionados pela OneLapse
  • Equipamento fotográfico
  • Outros equipamentos de mergulho como snorkel e pé de pato
  • Almoço e jantar
  • Despesas pessoais e gorjetas

OBSERVAÇÕES

 

  • Os valores são por pessoa, estão em Dólares Americanos (USD) e serão convertidos ao Real levando em conta a cotação do Dólar Turismo do Valor Econômico no dia do envio do contrato de viagem;
  • Para esta viagem, brasileiros precisam de passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da chegada a Tonga e emissão de visto gratuito na chegada;
  • O mergulho e visualização das baleias está sujeito as condições climáticas e outras variáveis que estão fora do nosso controle. Apesar de não ser possível garantir a visualização dos animais, tudo foi planejado para maximizar as chances de sucesso da expedição;
  • A ordem do roteiro pode ser alterada caso o guia local e/ou o fotógrafo responsável considerem necessário.

 

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

 

Essa expedição fotográfica foi planejada para proporcionar aos participantes as melhores oportunidades para a fotografia das enormes baleias jubarte nas águas claras ao redor do arquipélago de Tonga, no Pacífico Sul. A fotografia subaquática, seus equipamentos e técnicas são, portanto, questões fundamentais a serem tratadas.  As oportunidades fotográficas, porém, não se resumem ao ambiente submarino. É também importante ter o equipamento à mão, no barco, para fotografar a atividade das baleias acima da superfície, como saltos e exposições da caudal. Sendo assim, uma lista básica incluiria os ítens abaixo.

 

Para as fotografias subaquáticas:

Atualmente, a fotografia subaquática conta com muitas opções de equipamentos. De forma geral, podemos dividir as opções disponíveis em dois grandes grupos: câmeras convencionais DLSr ou Mirrorless em caixa estanque específica ou câmeras anfíbias, que podem ir diretamente para a água, sem a necessidade de proteção ou lentes extras. Dentro de cada um desses dois grupos há uma infinidade de opções de marcas, modelos e preços.

A escolha ideal deve ser uma decisão alinhada com a motivação criativa de cada participante. Pensando nisso, para essa viagem resolvemos oferecer uma linha direta e exclusiva de consultoria sobre fotografia subaquática com o Luciano Candisani, de forma que cada participante possa receber a orientação detalhada para a montagem do kit ideal e buscar as imagens que tem em mente.

 

Para as fotos fora d’água:

  • Um corpo de câmera DLSr ou Mirrorless;
  • Teleobjetiva zoom que possa ser usada confortavelmente sem o tripé, como por exemplo a 70-200 / 2.8 com o teleconverter de 1,4x. É importante lembrar que a base de trabalho é um barco em movimento constante;
  • Uma grande-angular zoom na faixa 24-70 mm/ 2.8 pode ser útil para os casos de atividade das baleias nas proximidades do barco.

 

Para os mergulhos:

Os equipamentos de mergulho podem ser alugados em Tonga. Porém, recomendamos que cada participante leve o seu próprio, de preferência aqueles já testados e aprovados no mar. Detalhes como uma máscara mal ajustada ou nadadeira muito apertada podem trazer desconforto e comprometer a experiência. Por isso, acreditamos que vale a pena o ônus de carregar o peso extra como uma medida adicional de segurança. Os equipamentos seriam:

  • Máscara com snorkel;
  • Nadadeira apropriada para deslocamentos na superfície;
  • Roupa de mergulho de 5 milímetros.

 

VOOS INTERNACIONAIS

 

Chegada a Tonga no dia 13 de agosto e embarque de retorno no dia 21 de agosto, ambos nos horários de voos recomendados pela OneLapse no momento da confirmação do grupo.

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 6.490,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA ACOMODAÇÃO INDIVIDUAL: US$ 1.500,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00

FORMAS DE PAGAMENTO:
  • À vista em depósito/boleto com 5% de desconto
  • 30% de entrada + Saldo em até 4x sem juros no cartão de crédito Visa/Master

 

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$750,00. Este valor será cobrado a vista em até 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 6 participantes para que o grupo seja confirmado. São 7 vagas no total. O sinal não é reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser transferido para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 31 de maio ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.