Da mítica Varanasi ao Festival das Cores, uma jornada fotográfica inesquecível

A Índia irá nos proporcionar uma autêntica expedição fotográfica urbana e histórica. Mas acima de tudo, a terra de Mahatma Gandhi é a porta de acesso para a uma grande aventura humana que vai imantar o viajante para sempre. Ela é estimulante, vibrante, colorida, extasiante, cativante, comovente e também um pouco assustadora. É uma terra antiga, extensa e populosa com de mais de 1 bilhão de pessoas, divididas e unidas por idiomas, castas, religiões e regionalismos.

Logo de cara, teremos um gigante impacto visual. Nossa viagem começará em Delhi. Vibrante e caótica, a capital do país congrega milhões de pessoas, apertando-se em um tráfego insano em pequenas ruas por onde recortaremos fotografando. Modernidade e tradição convivem lado a lado. Delhi abriga alguns patrimônios da humanidade, mas o melhor mesmo é se perder pela cidade – especialmente pela parte antiga – caminhar e fotografar pelas ruas estreitas e coloridas, visitar seus mercados, conhecer templos hindus, sentir os sons e experimentar a culinária local.

De lá, partiremos rumo à mítica Varanasi, reconhecidamente uma das cidades mais antigas do planeta – quer ainda preserva uma atmosfera anciã somada ao inacreditável aglomerado humano de peregrinos e dos próprios indianos que vão se banhar nas águas do Ganges em busca de purificação. Das nossas inúmeras incursões, vamos acordar bem cedo e tomar um barco descendo o Rio Ganges. Uma experiência inesquecível. Há de tudo um pouco: fiéis fazendo suas orações e entregando oferendas, sadhus – homens santos – meditando lado a lado com turistas estrangeiros, jovens praticando ioga. Tudo isso nos proporciona luzes e fotos incríveis, mas acima de tudo, provoca sensações totalmente polarizadas e novas. Cada pessoa terá suas próprias impressões deste grande mosaico humano e cultural, o que deverá influenciar diretamente na nossa fotografia. Ao fim da tarde, o ambiente em torno dos rituais de cremação e a celebração Aarti completam a rica experiência em Varanasi.

Ao chegarmos à cidade rosa de Jaipur, nos encantaremos pelos mercadores de rua, sorridentes e fotogênicos; pelas paredes caiadas de rosa (na verdade, um tom ‘salmão’) e uma atmosfera alegremente caótica. Aqui, visitaremos fortes e palácios, mas o melhor da cidade é sem dúvida caminhar por suas ruas documentando o contraste entre as culturas hindu e muçulmana, entre lojas, barbearias, antigas farmácias e até mesmo algumas casas aonde frequentemente somos convidados a conhecer. Os apaixonados por fotos de arquitetura terão ainda um êxtase adiante.

Seguiremos para Agra, antiga capital do império mongol que dominou boa parte do território de Índia e Paquistão entre os séculos XVI e XVIII, tendo sido comandado por senhores que amavam a guerra, mas também cultivavam o gosto pelo belo. Entre seus legados na região estão alguns patrimônios da humanidade, sendo o principal deles o magnífico Taj Mahal, mausoléu que celebrava não o culto a um homem poderoso, mas o seu amor por sua esposa favorita. Teremos a oportunidade de visitar e fotografar um dos ícones do país ao nascer e por do sol, garantindo belas imagens.

Para fecharmos a expedição com chave de ouro, participaremos do Festival Holi, ou Festival das Cores, que acontece todos os anos entre fevereiro e março. Buscaremos uma verdadeira imersão no festival, explorando o evento da forma mais original possível, e por isso escolhemos a sagrada e tradicional cidade de Vrindavan. O desafio fotográfico nos oferece uma mistura de excitação, tensão e por fim a alegria de termos documentados um dos eventos visualmente mais impactantes que veremos em nossas vidas. Uma chance única de exercitar retratos e composições, mesmo numa situação de difícil locomoção em meio à multidão. Com tambores, cantos, bailes e, principalmente, muitas cores, os indianos tomam as ruas em diversas cidades da Índia para dar as boas-vindas à primavera. Para comemorar a chegada do bom tempo e de afugentar os maus espíritos. Milhões de indianos de todas as idades vão às ruas para travar uma intensa “batalha de água e pós multicoloridos”, exaltando uma rica mistura de cores e pessoas. Vamos nos mesclar a esse furor humano. As imagens e memórias que traremos dessa jornada vão marcar nossas vidas para sempre.

Érico Hiller

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Érico Hiller

National Geographic

Érico Hiller nasceu em Belo Horizonte (MG), mas adotou São Paulo como cidade para residir. Seu interesse pela fotografia despertou quando ele tinha entre 18 e 19 anos de idade, mas foi durante a Faculdade de Comunicação que realmente houve sua conexão com a fotografia de uma maneira mais intensa e definitiva.

Algum tempo depois, já com 26 anos de idade, decidiu trocar o emprego para se dedicar totalmente ao mundo da fotografia, já que tinha certeza de que gostaria de trilhar o caminho dos projetos documentais e publicar livros, nos quais pudesse contar suas histórias visuais. De certa forma, ele já praticava o chamado storytelling antes mesmo de existir essa denominação. Para Érico, aliás, não há meio melhor para se apreciar fotografias do que o livro, onde o próprio fotógrafo pode dispor as imagens da forma mais apropriada e adequada, considerando uma leitura mais lenta e uma apreensão mais calma por parte do leitor. Para ele, a fotografia impressa tem outro sabor.

Com o tempo, passou a viajar pelo Brasil e pelo mundo e desenvolveu seu olhar para fazer registros documentais cada vez mais precisos e sensíveis, em especial relacionados à temática ambiental e humanitária. Em 2008, realizou um longo ensaio documental sobre as tensões sociais em grandes cidades da Argentina, do Brasil, da China, Índia, México e Rússia. Entre 2011 e 2012 esteve no Ártico, na Tanzânia, na Etiópia, nas Maldivas e na Mata Atlântica retratando regiões ameaçadas. Essas expedições pelo mundo – Érico já esteve em mais de 50 países — propiciaram a publicação de três livros: Emergentes (2008), Ameaçados (2012) e A Jornada do Rinoceronte (2016). Neste mesmo ano, algumas de suas fotos compuseram a exposição Diários de Viagem, na Leica Gallery, em São Paulo. No Brasil, suas fotos já foram veiculadas nas revistas National Geographic, Marie Claire e Rolling Stone, entre outras publicações.

Pela OneLapse, guiando grupos de entusiastas da fotografia, ele esteve na Índia (durante o Festival da Cores), em Myanmar, duas vezes na Indochina (Vietnã e Laos) e na Etiópia. Para o Érico não há muito segredo para se conseguir excelentes imagens. Primeiro, é preciso ter muita motivação e realmente entender o lugar que se visita. Depois, é necessário ter sensibilidade e uma certa doçura para se relacionar com as pessoas. Outro fator importante é se desvencilhar de qualquer pré-julgamento e fotografar com o espírito elevado e bondade. Em suas expedições fotográficas busca inspirar os participantes e ao mesmo tempo deixá-los aptos para lidar com os dilemas e as dificuldades existentes na fotografia documental, principalmente estando nas ruas em destinos não convencionais, dando um suporte logístico e técnico para que cada participante se sinta habilitado para contar uma história em uma sequencia de fotos. Esse é o seu desafio.

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DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | DELHI

Chegada ao aeroporto internacional de Delhi. Recepção e traslado ao hotel para check-in. À noite, nos encontraremos com o fotógrafo Érico Hiller para um briefing detalhado sobre o dia a dia da nossa viagem. Pernoite.

DIA 2 | DELHI

Pela manhã, visitaremos Old Delhi começando pela mesquita Jama Masjid, a mais importante para a comunidade muçulmana da cidade. Teremos tempo para explorar o interior do complexo até sairmos para uma caminhada pelos seus arredores, explorando as ruas estreitas num primeiro contato mais próximo do cotidiano caótico da Índia. As oportunidades fotográficas serão inúmeras entre lojas de todos os tipos, barbearias, mercados e vendedores de rua. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 3 | DELHI – VARANASI

Após o café da manha, traslado ao aeroporto para embarque com destino a Varanasi em voo de 1h30. Check-in no hotel e tempo livre até a nossa saída em direção ao Rio Ganges. Caminharemos pelas vielas da parte antiga da cidade até finalmente chegarmos as margens do rio, aonde poderemos observar as cerimônias de cremação que acontecem todos os dias. Em um tradicional barco de madeira, navegaremos um pouco pelo Ganges até o local aonde acontece a cerimônia Aarti, um importante ritual religioso de adoração, uma forma de oferenda no qual a luz de lamparinas (deepas) com pavios embebidos em ghee (manteiga purificada) ou a cânfora é oferecida as águas do Ganges para mãe Ganga, nome pelo qual é chamado o Rio Ganges que os hindus consideram uma divindade. Ficará a nosso critério assistir e fotografar a cerimônia do próprio barco ou então das escadarias, de maneira mais intimista. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 4 | VARANASI

Sairemos ainda de madrugada novamente com destino ao Ganges, mas dessa vez com o objetivo de fotografar ao nascer do sol, explorando o cotidiano dos peregrinos que neste momento do dia costumam se banhar no rio em busca de purificação. A rotina pela manhã é bem diferente e nos proporciona novas possibilidades para exercitar nosso olhar. Retorno ao hotel para o café da manhã e restante do dia livre para descanso e atividades individuais. Teremos a opção de retornar a cidade antiga para fotografar as vielas ou as ruas mais movimentadas ao seu redor. Pernoite.

DIA 5 | VARANASI – JAIPUR

Pala manhã, traslado ao aeroporto para voo de 2 horas com destino a Jaipur, a vibrante capital do Rajastão conhecida como a “Cidade Rosa” devido à cor das casas localizadas em sua parte antiga. À tarde, vamos explorar as ruas da cidade cheias de contrastes e novas oportunidades fotográficas. Um dos locais mais interessantes de Jaipur é o Hawa Mahal, que significa “Palácio dos Ventos”. O Hawa Mahal é uma bela extensão com imensas janelas do Palácio da Cidade, que é conhecido por se assemelhar com a estrutura de um favo de mel de uma colmeia. Desde sua construção em 1799, o edifício tornou-se numa estrutura icônica da cidade e o palácio cor de rosa de arenito é considerado como um dos melhores exemplos da arquitetura Rajput. Retorno ao hotel e noite livre com sugestão de jantar em algum dos bons restaurantes da cidade.

DIA 6 | JAIPUR

Visitaremos o Amber Fort, forte construído pelo marajá Raja Man Singh antes da cidade de Jaipur, contendo elementos da arquitetura e cultura hindu e muçulmana, pois a princesa era hinduísta e seu marido muçulmano. Subiremos até o forte em elefantes, tradição local há muitas décadas, pois assim faziam os próprios marajás. Já no interior do forte, que também é um palácio por ter abrigado muitas famílias reais, poderemos conhecer e fotografar sua bela arquitetura, buscando também imagens com trabalhadores locais e suas roupas coloridas. Retorno ao hotel com tempo livre junto ao fotógrafo para quem quiser analisar as fotos produzidas até o momento. No fim da tarde, aproveitaremos o por do sol para fotografar o Jal Mahal, o palácio sobre as águas, construído em 1799 no meio do lago Man Sager, ao norte de Jaipur. Apesar da edificação ser chamada de “Palácio da Água”, na realidade o local nunca foi um palácio. O Jal Mahal serviu como um pavilhão de caça aos patos e festas de tiros para os marajás de Jaipur, depois ficou abandonado por muito tempo. Construído com arenito vermelho, o edifício tem cinco andares, dos quais quatro permanecem sob a água quando o lago está cheio. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 7 | JAIPUR – AGRA

Hoje pegaremos a estrada com destino a cidade de Agra, a sede do império mongol nos séculos XVI e XVII. Chegaremos para o almoço e teremos algum tempo livre antes da saída para fotografar o Taj Mahal ao por do sol. Qualquer adjetivo é pequeno frente ao impacto de se deparar com a “maravilha” que é o Taj Mahal. Merecidamente, declarado como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno além de ser classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Capaz de inspirar tantos poetas, músicos e artistas plásticos. Ninguém consegue ficar indiferente frente ao seu magnetismo. Teremos tempo suficiente para explorar com calma a área antes de retornarmos ao hotel. Pernoite.

DIA 8 | AGRA – VRINDAVAN

Hoje teremos uma saída opcional para fotografar o Taj Mahal bem cedo, na primeira luz do dia. Retorno ao hotel para o café da manhã e em seguida viajaremos com destino a Vrindavan, talvez o local mais tradicional de toda a Índia para a celebração do Holi, o Festival das Cores. Chegada, check-in e tempo livre para atividades individuais. O fotógrafo ficará a disposição para aqueles que quiserem mostrar as fotos produzidas até o momento, e no final do dia nos reuniremos para um briefing detalhado sobre o festival. Pernoite.

DIA 9 | VRINDAVAN

Nosso dia será dedicado a participação no Holi, o Festival das Cores, uma das festas mais populares da Índia. A celebração acontece em todo o país, mas tem mais força no norte. Há referências ao Holi em escritos do século VII. Mas não se sabe exatamente suas origens, que são relacionadas ao hinduísmo, religião majoritária na Índia. Para alguns, a festa celebra o amor de Krishna por Radna. Com vergonha de sua cor azulada, o deus teria sido aconselhado pela mãe a pintar o rosto da amada Radna. Coloridos, os dois ficaram juntos, e o festival celebraria seu amor. Na segunda narrativa, o Holi marca a vitória do bem contra o mal, simbolizada pela queima de Holika — demônio feminino que armou um plano para queimar seu inimigo na fogueira, mas acabou, por interferência divina, ardendo nas chamas. Muitos usam roupas brancas e, em referência à história de Krishna, joga-se pó colorido — o gulal — nas pessoas e para o alto. O pó também lembra a chegada da primavera e as cores da estação. A explosão de cores forma nuvens coloridas no ar. Entre batucadas e pessoas dançando quase em transe, é um espetáculo inesquecível. Pelas vielas, é possível se perder num mundo de cores, para deleite dos amantes da fotografia, proporcionando inúmeras oportunidades para praticar o olhar. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 10 | VRINDAVAN – MATHURA – EMBARQUE

De acordo com a religião hindu, foi em Vrindavan que Krishna passou sua infância, mas o local de seu nascimento é a cidade de Mathura, bem próxima de Vrindavan. Esses são alguns dos motivos pelos quais as duas cidades são as mais tradicionais para a celebração do Holi. Hoje participaremos da celebração em Mathura, explorando novas situações e oportunidades fotográficas. Retorno ao hotel e tempo livre. À noite, transporte até o aeroporto de Delhi, de onde nos despediremos com ótimas recordações.

FIM DOS SERVIÇOS

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Érico Hiller. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

DELHI: Sheraton New Delhi
VARANASI: Ramada JHV
JAIPUR: ITC Rajputana
AGRA: Double Tree by Hilton
VRINDAVAN: Nidvan Sarovar Portico 

INCLUI

  • 09 noites de hospedagem com café da manhã
  • Late check-out no último dia do roteiro em Vrindavan
  • Traslados in/out privativos nos horários sugeridos no momento da confirmação das reservas
  • Transporte privativo ao grupo para todas as locações descritas no roteiro
  • Passagens aéreas internas com taxas de embarque
  • Acompanhamento de guia local falando espanhol, além de coordenador operacional da OneLapse falando português durante todo o roteiro
  • Acompanhamento do fotógrafo Érico Hiller em todas as locações e orientações fotográficas conforme objetivos de cada participante
  • Entradas para todos os locais visitados
  • Seguro viagem April – Plano Max 60 Mundo

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas internacionais e taxas de embarque (consulte-nos para cotação e emissão dos voos)
  • Traslados para horários de voo fora dos selecionados pela empresa
  • Early check-in na chegada a Delhi
  • Excesso de bagagem nos voos internos (máximo de 15kg por pessoa)
  • Almoço e jantar
  • Visto indiano (emitido online a um custo médio de USD45)
  • Despesas pessoais e gorjetas

OBSERVAÇÕES

  • Os valores são por pessoa, estão em Dólares Americanos (USD) e serão convertidos ao Real levando em conta a cotação do Dólar Turismo do Valor Econômico no dia do envio do contrato de viagem;
  • Para esta viagem, brasileiros precisam de passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da chegada a Índia, certificado internacional de vacinação contra a febre amarela e visto online previamente emitido;
  • Para a nossa participação no Festival das Cores é essencial proteger nosso equipamento fotográfico contra a água e tinta. Antes da viagem, nossa equipe enviará algumas dicas que poderão ajudar os participantes;
  • A ordem do roteiro pode ser alterada caso o guia e/ou o fotógrafo responsável considerem necessário.

 

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica
  • Cartões de memória
  • Tripé
  • Lentes de 17mm a 200mm

* Em caso de dúvidas, entre em contato conosco.

 

VOOS INTERNACIONAIS

Chegada a Delhi no dia 13 de março preferencialmente na parte da manhã. Embarque de retorno no dia 22 de março a partir das 21h. No momento da confirmação do grupo será enviada uma sugestão de voos para que todos possam embarcar juntos (consulte-nos para a emissão das passagens aéreas).

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 4.090,00

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA ACOMODAÇÃO INDIVIDUAL: US$ 900,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00

DESCONTO PARA OS 06 (SEIS) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

IMPORTANTE:

Os participantes inscritos até 14 de setembro receberão um print fine art, de tiragem aberta, feita em papel de algodão em 50x70cm assinado pelo fotógrafo Érico Hiller (imagem abaixo):

 

FORMAS DE PAGAMENTO:
  • À vista em depósito/boleto com 5% de desconto
  • 30% de entrada + Saldo em até 4x sem juros no cartão de crédito Visa/Master

 

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$450,00. Este valor será cobrado a vista em até 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 8 participantes para que o grupo seja confirmado. O sinal não é reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser transferido para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 30 de dezembro ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.