UMA JORNADA PELO HIMALAIA PARA FOTOGRAFARMOS DOIS DOS DESTINOS MAIS INCRÍVEIS DA ÁSIA.

Kathmandu, sua capital e maior cidade, é hoje uma espécie de praça do mundo. A cidade cresceu tanto e de forma tão caótica que espalhou-se por todo o caldeirão do vale Kathmandu, listado como patrimônio da humanidade pela Unesco. Na alta temporada é fácil esbarrar com alpinistas poloneses, italianos, coreanos e americanos em seus restaurantes, bares e cyber-cafés. Agora os templos hindus e as estupas budistas dividem espaço com lojas de equipamentos de esportes de aventura. Se esqueceu algo para sua expedição, certamente encontrará algo aqui.

Apesar de ser o trampolim logístico para o Himalaia e outros belos passeios pelo vale, Kathmandu oferece ótimas oportunidades para quem quer conhecer um pouco das culturas hindu e budista. A Praça Durbar é o epicentro da vida cívica e religiosa da cidade, repleta de palácios, estupas e templos; Um dos cartões postais da cidade é a estupa budista Swayambhunath, uma das mais reverenciadas do mundo budista e também conhecida como Templo dos Macacos; Um pouco afastado da cidade, junto ao rio sagrado Pashupatinath, fica o templo Pashupatinath, dedicado ao deus Shiva e considerado um dos mais sagrados por seus seguidores, dentre eles os famosos e fotogênicos sadhus; Por último, a poucos quilômetros do centro de Kathmandu, está a maior stupa (local sagrado do budismo tibetano) no mundo, com dois grandes olhos de Buda, chamada Boudhanath. Este santuário budista do século 14 é um dos principais locais de peregrinação da comunidade tibetana, mas também atrai budistas do mundo todo. É cercado por casas pitorescas, lojas e aproximadamente 50 mosteiros.

Do Nepal, partiremos para o Butão, pequeno reino do Himalaia, localizado entre os gigantes China e Índia, na Ásia. Felicidade é levada a sério no país – único do mundo a ter Gross National Happiness (Felicidade Interna Bruta, na tradução para o português) como política pública, de modo que cabe ao Estado prover as condições necessárias para que a população possa se concentrar na busca da felicidade, por meio dos ensinamentos do budismo.

A arquitetura é uma das maiores atrações do país. Os prédios e casas têm estrutura de madeira e taipa (barro amassado). As estacas são esculpidas e encaixadas umas nas outras sem a ajuda de pregos; o acabamento dos telhados é feito e pintado a mão. Algumas pinturas dos prédios são verdadeiras obras de arte, com dragões e desenhos de flores, bolas, portais e rodas da sorte (um dos símbolos do Butão) – todos coloridos.

Diz a lenda que no século 8, o guru Rinpoche chegou voando no lombo de um tigre ao alto do morro que avança sobre o Vale Paro. Encontrou uma caverna, instalou-se e lá meditou durante três meses. Por ter acolhido o precursor do budismo no Butão, o local foi escolhido para abrigar o templo Taktsang, o famoso “ninho do tigre” em bom português. Erguido em 1692 pelo lama Shabdrung Ngawang Namgyal, que unificou um país em frangalhos, este é o mais sagrado dos monastérios do Butão – e o mais surpreendente também. O percurso até o monastério pode ser feito a pé (cerca de 4 horas de caminhada) ou a cavalo, e a recompensa quando se chega ao destino, incrustado nas pedras, vale cada gota de suor. Bandeirinhas coloridas, o silêncio das alturas, uma floresta verdejante e um dos monastérios mais isolados do mundo. Este e outros muitos atrativos fazem do Butão um dos destinos mais cobiçados do mundo, principalmente enquanto sua cultura ainda permanece tão preservada.

 

 

Uma jornada única pelos Himalaias com as mais variadas possibilidades de fotografia, como paisagens, arquitetura e pessoas.

Clique aqui e confira a Galeria completa de fotos

CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Cristiano Xavier

Fine Nature Photography

Nascido em Belo Horizonte, Cristiano Xavier é fotógrafo há 20 anos. Mudou-se para os EUA em 2002, onde bebeu na fonte dos grandes mestres da fotografia de natureza. Um ano depois, iniciou sua carreira autônoma no Brasil.

Desde então vem se destacando por ensaios de delicada e impactante beleza. Suas paisagens trazem um estilo lapidado pela experiência na produção de imagens fotográficas que constroem um mundo à parte, expandindo nossa visão sobre as possibilidades criativas e nossa percepção sobre a interação do artista com sua obra.

Não são fotografias para serem “compreendidas” na forma tradicional; seu papel é sobretudo despertar em nossas mentes a capacidade de intuir o universo, na ausência de pensamentos, no silêncio e no vazio que conecta as criaturas com o cosmos e a gênese criativa.

A trajetória do artista mostra consistência e evolução contínua.

Nos últimos anos tem se dedicado a expedições fotográficas em busca de imagens únicas em destinos como Yukon, Ilhas Lofoten, Namíbia, Irã, Patagônia, Cuba, Peru, Islândia, Tanzânia e Noroeste Americano.

Clique aqui e saiba mais sobre o Fotógrafo.

DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | KATHMANDU

Chegada ao aeroporto internacional de Katmandu. O aeroporto de tijolinhos laranjas não esconde: Kathmandu é charmosa, não moderna. E olha que a maior cidade do Nepal, com mais de 1 milhão de habitantes, passa longe de ser um lugarejo bucólico. O trânsito é caótico, mas basta ver as ruas do Thamel, o bairro mais badalado, para se apaixonar pelo local. Os milhares de turistas que desembarcam na cidade todos os anos, em busca de uma imersão cultural ou aventuras na região do Everest, concordam com isso.Recepção e traslado ao hotel para check-in. Em horário a ser definido, nos reuniremos com o fotógrafo para um briefing detalhado sobre a viagem. Pernoite.

DIA 2 | KATHMANDU

Hoje começaremos a explorar os principais monumentos da região de Kathmandu, como por exemplo o templo hindu Pashupatinath. Assim como em Varanasi, na Índia, Kathmandu tem seu rio sagrado. É o Bagmati, que todos os anos serve de cenário para cremações e cerimônias funerárias de milhares de nepaleses. Não por acaso, o rio passa dentro do templo. O complexo é enorme e tem o formato de um cubo, com quatro entradas principais. O prédio atual foi erguido no século 17, para substituir templos muito mais antigos, mas que já estavam deteriorados. Segundo a tradição, aquele mesmo local é usado na fé há pelo menos mil anos. Para outros, no entanto, o período é ainda maior. Existem várias histórias para explicar a origem do Pashupatinath, mas quase todas envolvem o mesmo ponto: certo dia, ao passar pelo Vale de Kathmandu, Shiva teria se impressionado com a beleza do rio e das florestas. Ele resolveu morar por ali, encarnado na forma de um animal, e só teria deixado o local quando os outros deuses descobriram que ele estava lá. Dali, podemos seguir até a estupa de Boudhanath, Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1979. Esse também é o templo budista tibetano mais sagrado fora do Tibete. Boudhanath é chamado de estupa por conta de sua forma, que o budismo considera a representação arquitetônica do cosmo: ou seja, uma torre circundada por um abóbada, que contem relíquias budistas. Se vista de cima, o formato é de uma grande mandala, e o local ficou famoso como um dos principais cartões postais do país pelos tradicionais olhos de Buda pintados em seu topo. Retorno ao hotel e noite livre.

DIA 3 | KATHMANDU

Hoje visitaremos outros monumentos da região, como o Templo Swayambhunath (também conhecido como Templo dos Macacos). Esse complexo de estupas e templos budistas e hindus fica no alto de uma colina, de onde se tem uma excelente vista do Vale de Kathmandu. No centro do templo, a construção que mais chama a atenção é uma típica estupa budista, com uma grande torre dourada e os olhos de Buda pintados no topo, nos quatro lados da torre, olhando por todos. As lendas contam que o vale antigamente era um lago (e até existem evidências geológicas que confirmam isso). Desse lago, uma flor de lótus, plantada por Buda, nasceu e brilhava fortemente, atraindo pessoas a venerar tal luz miraculosa. Essa flor ficaria exatamente no lugar onde hoje está Swayambhunath. Quando um deus secou o lago, a lótus teria ido parar no topo de uma colina e se transformado numa estupa. “Swayambhu” significa algo como “o que se auto-criou”. Dali, poderemos seguir até o Durbar Square, a praça mais famosa do país que está lá há 1000 anos, embora tenha passado por diversas reformas e restaurações ao longo dos séculos. O local foi fortemente atingido pelo recente terremoto, mas já está em fase avançada de restauração. Durante séculos, o Nepal foi um conjunto de pequenos reinos independentes. Perto de cada Palácio Real, os reis ordenavam a construção de uma grande praça, a Durbar Square. Essas áreas eram repletas de estátuas, fontes, jardins e, claro, templos. Muitos templos, dedicados a deuses e deusas locais. Retorno ao hotel e noite livre.

DIA 4 | KATHMANDU – PARO – TIMPHU

Manhã livre até o check-out. Traslado ao aeroporto para embarque com destino a Paro, no Butão. Durante o voo, se as condições do tempo permitirem, teremos a oportunidade de admirar a cadeia de montanhas do Himalaia, incluindo o Everest. Chegada, recepção e transporte de carro até Timphu, capital do Butão desde 1961 e maior cidade do país com uma população ao redor de 100 mil habitantes. Pequenina, charmosa, no fundo de um lindo vale e às margens do rio Wang Chu. De Paro à Thimphu são apenas 55 km percorridos em meio a curvas e mais curvas num cenário deslumbrante repleto de aldeias rurais, picos nevados, terraços de arroz, monastérios e estupas. Teremos tempo para explorar um pouco da cidade neste final de tarde antes de seguirmos ao hotel.

DIA 5 | TIMPHU

Dia inteiro dedicado a conhecermos com calma a cidade e região, como o Memorial Chorten (construído em homenagem ao terceiro rei do país, Jigme Dorji Wangchuk), o Tashiccho Dzong (um dos mais importantes edifícios do governo, dividido entre a parte religiosa e política, abrigando inclusive o escritório do atual rei), o Zilukha Nunnery (mosteiro exclusivo para mulheres com cerca de 70 residentes) e, com sorte, uma escola de monges. Havendo tempo, poderemos visitar a grande estátua de Buda localizada no alto de uma colina com bela vista para o vale. Tempo livre no final do dia para caminharmos pela cidade.

DIA 6 | TIMPHU – PUNAKHA

Pela manhã, continuaremos explorando a região de Thimpu antes de seguirmos em direção a Punakha, a antiga capital do Reino do Butão até sua transferência para Thimphu, em 1960. A distância entre as duas cidades é de 72 km, que costumam ser percorridos em pouco mais de duas horas por uma estrada belíssima repleta de terraços de arroz, e poderemos fazer algumas paradas no caminho, de acordo com as oportunidades fotográficas e condições climáticas. A região é famosa pelas fazendas que produzem tanto arroz vermelho como branco. O solo próximo ao leito dos rios Pho e Mo Chu é considerado propício ao seu cultivo. Um dos monastérios mais surpreendentes do Butão é o Punakha Dzong, que significa “o palácio da grande felicidade”. Sua construção data do século XVII. Ele foi erguido exatamente no ponto de junção dos rios Pho Chu (pai) e Mo Chu (mãe), no vale Wangdue, a partir de uma profecia do Guru Rinpoche. Enquanto Punakha era a capital ali funcionava o centro administrativo do país. Hoje, o Punakha Dzong é o centro religioso de inverno do Butão e tem uma enorme escola de monges. Je Kenpho, o líder espiritual do Butão, e seu grupo de monges permanecem por seis meses no monastério, a cada ano. Ao longo de sua história, o local já sofreu incêndios, enchentes e terremotos. Mas, continua imponente com sua arquitetura delicada e pinturas impressionantes.

DIA 7 | PUNAKHA – PARO

Em Punakha, ainda faremos uma breve caminhada pelas lavouras até o Templo Chimi Lhakhang, construído em 1499 pelo lama Drukpa Kuenly, o Deus da fertilidade, também conhecido como divino homem mau. Neste mosteiro vivem apenas jovens monges. O lama Drukpa Kuenly viveu no Butão no século XVI. Contam que ele lançou a flecha da sabedoria da sua terra natal, Tibete, em direção ao local para onde levaria seus ensinamentos. O destino foi o Butão. Ele tinha a intenção de quebrar as convenções sociais da época e encorajar os trabalhadores a estudar o budismo com uma mente aberta. Empregava uma linguagem obscena, bebia muito e usava forte apelo sexual para difundir suas crenças. Apesar desses métodos bem pouco convencionais, ele é considerado um dos grandes mestres budistas do país. Prova disso é que seus preceitos são citados e seguidos ainda hoje, os falos são pinturas comuns em todo o país e o arco e flecha é o esporte nacional. Se o vilarejo ao redor do templo já chama atenção com seus enfeites inusitados, as paredes do interior do monastério então são capazes de deixar muitas butanesas ruborizadas com as ilustrações que relatam algumas lendas sobre o mestre. Atualmente, esse pequeno templo é visitado por muitos peregrinos em busca de bençãos divinas para receber a graça da concepção e para garantir a proteção de seus filhos. A maior parte dos visitantes são casais jovens e mulheres com os filhos recém nascidos nos braços. De Punakha, seguiremos de volta a Paro em viagem por cerca de 4 horas. Havendo tempo, visitaremos o imponente Rinpung Dzong, também chamado de Paro Dzong. Seu nome significa “monte de jóias”. O complexo é formado por mais de 10 prédios belíssimos de arquitetura butanesa sendo que um deles é o Museu Nacional do Butão, outro abriga a área administrativa de Paro. Também há templos e uma ala residencial para 200 monges.

DIA 8 | PARO

Paro é a cidade esperada com mais ansiedade numa viagem ao Butão. O motivo é a visita ao grande templo sagrado: Tiger’s Nest. Chegar lá não é fácil. A altitude é o primeiro fator a se considerar, além da trilha montanha acima. O resultado, após duas horas e meia só pode ser traduzido em exaustão e recompensa absoluta. O templo é realmente divino! De uma força inacreditável. Segundo a lenda, o Guru Rinpoche – uma das figuras religiosas mais importantes do país – voou até o topo dessa montanha montado em um tigre no século VII e passou três meses meditando na caverna antes de espalhar o budismo pelo país. O Monastério de Taktshang foi construído em 1692 nessa caverna. É formado por quatro templos e uma ala de dormitórios. Os prédios são encravados na pedra em diferentes níveis e conectados por pontes e escadarias. Lá dentro, o silêncio é total, a devoção dos monges comovente e o cheiro do incenso envolve o ambiente de tal maneira que você se sente transportado para uma outra dimensão. A magia do momento faz valer todo o esforço da subida. Os butaneses dizem que uma hora de meditação no Ninho do Tigre equivale a três meses de meditação em outros templos. Isso mostra como o lugar é considerado sagrado para os budistas. A noite, teremos um jantar especial numa típica casa butanesa junto a família que ali vive.

DIA 9 | PARO – KATHMANDU

Café da manhã e check-out. Traslado ao aeroporto para embarque de volta a Kathmandu, no Nepal. Em Kathmandu, teremos o restante do dia livre com tempo junto ao fotógrafo para edição e tratamento de imagens, bem como compras e outras atividades individuais. Sugerimos uma caminhada pelo bairro Thamel, com suas ruas estreitas e caóticas cheias de pequenos hotéis, restaurantes, lojas e etc, o cenário perfeito para fotografar a caótica Kathmandu em meio aos labirintos já famosos da cidade.

DIA 10 | KATHMANDU – EMBARQUE

Dia livre com check-out ao meio dia. De acordo com o horário do voo, traslado ao aeroporto, de onde nos despediremos com ótimas recordações.

FIM DOS SERVIÇOS

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

KATHMANDU: Hotel Crowne Plaza
TIMPHU: Hotel Osel
PUNAKHA: Green Resort
PARO: Hotel Tashi Namgay

Verifique as observações sobre hospedagem.

INCLUI

  • 10 dias/9 noites de hospedagem com café da manhã no Nepal e pensão completa no Butão;
  • Traslados de chegada e saída privativos ao grupo nos horários de voos sugeridos no momento da confirmação da viagem;
  • Transporte privativo ao grupo para todas as locações mencionadas no roteiro;
  • Voos para os trechos Kathmandu – Paro e Paro – Kathmandu;
  • Visto de entrada no Butão;
  • Entradas para todas as locações selecionadas;
  • Acompanhamento do fotógrafo Cristiano Xavier durante todas as saídas fotográficas, instruções em cada locação conforme objetivos dos participantes e dicas sobre tratamento e edição de imagens em horários a definir;
  • Acompanhamento de representante OneLapse falando português durante todo o roteiro;
  • Guia local falando espanhol no Nepal e inglês e no Butão;
  • Seguro viagem April – Plano EuropaMax.

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas e taxas de embarque;
  • Traslados de chegada e saída fora dos horários selecionados ao grupo;
  • Visto de entrada no Nepal (cerca de USD10 e emitido na chegada a Kathmandu);
  • Early check-in e Late check-out;
  • Equipamento de fotografia;
  • Bebidas e refeições não mencionadas no roteiro;
  • Despesas pessoais e gorjetas.

 

OBSERVAÇÕES

  • Esta viagem é destinada a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
  • Os preços estão em dólares americanos (US$) e por pessoa. A conversão para o Real levará em consideração o câmbio turismo no dia do pagamento, conforme cotação do Valor Econômico;
  • O roteiro pode sofrer alterações após o início da viagem devido às condições climáticas e/ou caso o fotógrafo responsável considere necessário para garantir o melhor aproveitamento do tempo e oportunidades fotográficas;
  • Para essa viagem, os brasileiros necessitam de passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da data de chegada ao Nepal e Butão, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e visto para cada destino;
  • A hospedagem no Butão segue padrão praticamente único do país com hotéis 3 estrelas. Há exceções com hotéis de luxo e valores exorbitantes, que não foram considerados para esta viagem;
  • A altitude no Butão pode chegar a 3.200m (Tiger’s Nest). O acesso a este monastério é feito por uma caminhada (subida) de cerca de 3 horas, podendo ser feita também a cavalo contratado na hora (valor a parte de cerca de USD30). Gestantes e pessoas com problemas cardíacos devem consultar um médico antes da inscrição;
  • Boa parte dos monastérios do Butão proíbe fotos e vídeos em suas instalações internas.

 

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica DSLR ou Mirrorless
  • Cartões de memória
  • Lentes de 17mm a 200mm
  • Tripé
  • Cabo disparador

* Em caso de dúvidas, clique aqui e veja nosso FAQ.

 

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 4.690,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA ACOMODAÇÃO INDIVIDUAL: US$ 650,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00**

DESCONTO AOS 06 (SEIS) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

 

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$325,00. Este valor deverá ser pago a vista 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 10 participantes para que o grupo seja confirmado. No momento da inscrição, deverá ser pago um sinal como garantia de inscrição no valor de R$2.500,00 por pessoa, não reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser utilizado como crédito para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 27/09/2017 ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.

VOOS INTERNACIONAIS

Chegada a Kathmandu (Nepal) no dia 27 de novembro. Embarque de retorno ao Brasil a partir de Kathmandu no dia 06 de dezembro. Consulte-nos para cotação e reserva das passagens aéreas.