EXPLORE TODA A BIODIVERSIDADE DE UM DOS ECOSSISTEMAS MAIS ISOLADOS DO MUNDO.

Um som forte rompeu o silêncio da manhã num trecho de floresta no leste de Madagascar. Em seguida, outras vocalizações do mesmo tipo partiram de pontos diferentes, distantes uns dos outros, numa sinfonia emocionante. Ainda não podíamos ver os donos daquelas vozes, embora eles estivessem por toda parte. Andávamos ali em plena mata tropical em busca de encontros com eles, os Indris, o maior dos lêmures, um grupo de primatas que não existem em nenhuma outra parte do mundo além daqueles remanescentes de floresta.

Milhões de anos de isolamento geográfico forjaram em Madagascar um pedaço único da natureza do planeta. Grande parte das espécies locais não existem em nenhum outro lugar do mundo. Entre elas, os lêmures são os mais emblemáticos. A ciência já conhece mais de cem espécies deles. Algumas cabem na palma da mão enquanto os maiores tem o porte de um macaco médio. Eles simbolizam mais que qualquer outro animal a singularidade biológica da quarta maior Ilha do mundo.

A diversidade biológica em Madagascar responde à variedade de ambientes. Há florestas tropicais costeiras, campos de altitude com mais de mil metros, desertos, savanas, praias de águas cristalinas, e até grandes aglomerados de formações calcárias conhecidos como Tsyngs, ou florestas de pedra. E cada um desses ecossistemas tem sua própria composição de espécies de animais e plantas.

A seleção natural teve tempo de sobra para atuar em Madagascar antes da chegada do ser humano, que só aconteceu há dois mil anos. Hoje, a população dividida em várias etnias se espalha por vilas pitorescas pelo país. São poucas as cidades grandes. O povo Malgaxe é bastante receptivo aos visitantes e, em geral, ainda conserva um modo de vida simples com uma forte identidade cultural ligada ao cultivo tradicional da terra.

Nosso roteiro de catorze dias foi pensado para proporcionar uma boa amostra da diversidade ambiental e humana da quarta maior Ilha do mundo. Ao escolher os caminhos dessa viagem queremos proporcionar aos participantes da nossa expedição fotográfica uma experiência tão intensa e surpreendente quanto a que vivemos há alguns meses, quando percorremos Madagascar de ponta a ponta para montar o roteiro ideal.

O emocionante encontro com os indris foi só o começo. Nos dias que se seguiram, estivemos diante de impressionantes camaleões multicoloridos, andamos pelos labirintos de calcário dos grandes Tsyngs, fotografamos os veleiros de Morondava, andamos por florestas secas e passamos muitas horas contemplando a força da paisagem na alameda dos Baobás. E tudo isso está neste roteiro, não deu para abrir mão de nada do que vimos.

Luciano Candisani

 

 

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CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Luciano Candisani

National Geographic

Se você aprecia a natureza e suas histórias, certamente será impactado por alguma foto produzida pelo olhar de Luciano Candisani. Uma de suas principais características do trabalho deste renomado fotógrafo, além de apurado rigor estético, é criar narrativas visuais e, com isso, oferecer uma importante informação documental a quem observa suas imagens.

Esse seu estilo, entre outras qualidades, como a determinação em busca da imagem ideal, rendeu alguns dos principais prêmios da fotografia no exterior e no Brasil, como o Wildlife Photographer of the Year, o Big Picture, o Prêmio Abril de Jornalismo, conquistado cinco vezes e, o prêmio de melhor fotógrafo de viagem pela revista Viagem e Turismo, este último concedido em 2017.

Além das premiações, várias de suas fotos retratando a biodiversidade foram publicadas nas páginas da conceituada revista National Geographic, tanto na edição brasileira como na americana, e entre outras versões pelo mundo afora. Algumas delas, inclusive, tornaram-se capas dessas publicações, alcançando grande prestígio internacional.

Candisani começou sua carreira fotografando expedições científicas no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo – USP, onde cursou biologia. Sua primeira grande oportunidade profissional surgiu em 1996, quando foi convidado a integrar uma expedição de três meses para as ilhas Shetlands do Sul, na Antártica, com o objetivo de documentar a vida marinha sob o gelo. Logo após seu regresso a São Paulo publicou a sua primeira foto, a bela imagem de uma estrela marinha, registrada a 30 metros de profundidade, nas geladas águas da baía do Almirantado, próximo ao rochedo Napier, na Antártica, na capa da revista Globo Ciência (atualmente conhecida como Galileu).

Desde então, Candisani percorreu alguns dos lugares mais remotos do mundo com o objetivo de registrar imagens relacionadas à biodiversidade, à conservação ambiental e às populações tradicionais. Em 1998, passou sete meses a bordo do veleiro Aysoo em expedição à Patagônia e à Terra do Fogo. No Brasil, fotografou no Amazonas, nos Lençóis Maranhenses, no Atol das Rocas, em Fernando de Noronha, no Pantanal, entre tantas outras localidades. Também já esteve em diversos países da África e da Ásia sempre com o objetivo de criar impactantes narrativas visuais que, além da National Geographic, foram veiculadas em várias outras publicações, como Terra (já extinta), Superinteressante, Época, Veja, The Guardian, Geo, BBC Wildlife, entre outras.

O fotógrafo acredita que as imagens que faz pode ser uma importante ferramenta para despertar entre as pessoas a importância para a conservação de espécies e ambientes ameaçados e, em 2007, a relevância de seu trabalho para a fotografia e a conservação ambiental foi reconhecida com sua nomeação como membro da Internacional League of Conservation Photographers (ILCP), entidade que reúne alguns dos principais fotógrafos de natureza do mundo.

Candisani participou de inúmeras exposições individuais e coletivas em diversos países, foi ainda jurado em duas edições do prestigioso World Press Photo, em Amsterdã – o principal prêmio da fotografia do mundo – e também publicou alguns livros. Um deles, Pantanal, na Linha-d´Água, sob o selo da National Geographic, resultado de dois anos de viagens ao Pantanal, sendo que uma das imagens desse trabalho recebeu o primeiro prêmio em uma das categorias do conceituado Wildlife Photographer of the Year de 2012. E não para por aí, ele também pertence ao seleto coletivo “the photo society”, que reúne exclusivamente os fotógrafos da edição americana da National Geographic e, em março de 2018, estreará um filme sobre seu trabalho no National Geographic Chanel.

Todo esse conhecimento e experiência ele compartilha nas expedições fotográficas que lidera pela OneLapse, atuando como um catalisador e auxiliando os participantes a encontrarem seus próprios caminhos e a refletirem sobre os tipos de imagens que os emocionam e o que desejam registrar. Para isso, segundo o experiente fotógrafo, é importante que cada viajante leve um bom conhecimento do tema que será explorado na viagem, pois esse conhecimento será essencial para aguçar o entusiasmo e a motivação durante as expedições.

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DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | ANTANANARIVO

Chegada ao aeroporto internacional de Antananarivo (também chamada de Tana), a capital de Madagascar. Traslado ao hotel com tempo livre para descanso. A noite, nos reuniremos com o fotógrafo Luciano Candisani para um briefing com detalhes sobre o dia a dia da nossa expedição. Pernoite.

DIA 2 | ANTANANARIVO – ANDASIBE

Após o café da manhã, sairemos em direção ao Parque Nacional Andasibe, famoso por abrigar algumas das principais espécies de lêmures. No caminho, visitaremos uma reserva privada para conhecer e fotografar camaleões e lagartos endêmicos da ilha. Será uma excelente oportunidade para praticarmos a macro fotografia, com luz natural e flash, já que teremos contato próximo com uma grande diversidade de espécies. Na sequência, seguiremos viagem até Andasibe, nossa base pelas próximas três noites. Pernoite.

DIA 3 | ANDASIBE

O Parque Nacional Andasibe é formado pelo parque de Mantadia e a Reserva de Analamazaotra. Considerada a “casa” do famoso “Indri-Indri”, o maior primata de Madagascar e facilmente observável neste parque natural, além de outras 11 espécies de lêmures, como o lêmure de barriga vermelha, o lêmure grisalho do bambu, o varecia-preto-e-branco e o espetacular sifaka diademado. A flora se caracteriza por vegetação exuberante e tropical no bosque de Mantadia, um dos últimos bosques primários do planeta. Nosso principal foco em Andasibe será fotografar o Indri, e de acordo com a orientação do fotógrafo e dos guias locais, selecionaremos as locações mais indicadas a cada dia. Se tivermos sorte, algumas outras espécies de animais endêmicos poderão ser observadas e fotografadas. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 4 | ANDASIBE

O Parque Nacinal de Mantadia e a Reserva Especial de Analamazaotra formam o complexo de Antasibe-Montadia ocupando uma extensão de 15.480 hectares. São dezenas de espécies de lêmures, aves, répteis e anfíbios, formando este espetacular bosque repleto de lianas, orquídeas, musgo, samambaias, pandanus madagascariensis, etc. Nosso principal foco em Andasibe continuará sendo os lêmures, com o objetivo de produzir boas fotos desses animais – o que é desafiador – e para isso podemos selecionar diferentes tipos de locações na região do parque. Ao final do dia, os interessados poderão se reunir com o fotógrafo para comentar o material produzido. Pernoite.

DIA 5 | ANDASIBE – ANTSIRABE

Hoje teremos um longo caminho pela estrada até a cidade de Antsirabe, na rota que nos liga até a costa oeste do país. Viajar pelo interior de Madagascar é uma ótima oportunidade para conhecer de perto e documentar o modo de vida do povo malgaxe. Faremos algumas paradas durante o trajeto quando identificarmos situações interessantes para a fotografia. Chegada a Antsirabe, check-in e pernoite.

DIA 6 | ANTSIRABE – MORONDAVA

Pela manhã, continuaremos o nosso trajeto até a costa oeste de Madagascar, sempre fazendo as paradas de acordo com alguma boa oportunidade fotográfica. Chegaremos a cidade de Morondava na parte da tarde, e de acordo com as condições climáticas do dia, uma boa opção pode ser fotografar da praia a chegada dos pescadores retornando de um longo dia de trabalho nas águas do Canal de Moçambique. Muitas famílias dependem da pesca nessa região, e as pequenas e tradicionais embarcações a vela podem proporcionar lindas imagens ao por do sol. Chegada ao hotel para check-in e pernoite.

DIA 7 | MORONDAVA

Pela manhã, bem cedo, podemos sair a pé para fotografar a atividade dos pescadores. Teremos parte do dia livre para atividades individuais até o fim da tarde, quando partiremos com destino a famosa Alameda dos Baobás, um local bastante emblemático em Madagascar e uma das mais belas paisagens do mundo. O lugar consiste em uma estrada de terra com diferentes espécies de baobás (das nove existentes no mundo, seis são endêmicas de Madagascar). Teremos tempo suficiente para buscar os melhores ângulos sob a luz do fim da tarde, e aqui ficaremos por mais algum tempo pela chance de belas fotos noturnas. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 8 | MORONDAVA – BEKOPAKA

Sairemos antes do sol nascer para nova visita a Alameda dos Baobás, que já está no caminho para a nossa próxima cidade. Com menos turistas neste horário e já conhecendo bem o local, podemos produzir mais material fotográfico aproveitando a primeira luz do dia e a movimentação dos moradores que utilizam esta via para ir ao trabalho. Seguiremos viagem por boa parte do dia, passando por pequenos vilarejos no caminho, atravessando rios de balsa, até finalmente chegarmos a região de Bekopaka, nossa base para explorar os Tsingy, que mais parecem uma floresta de pedras. Pernoite.

DIA 9 | BEKOPAKA (TSINGYS)

Pela manhã, visitaremos os Grandes Tsingys. A Reserva Natural do Tsingy de Bemaraha, em Madagascar, é um desses lugares que parecem de outro planeta. São altas formações de rocha calcária, esculpidas por milênios pela ação da natureza, que se erguem acima das árvores e culminam em picos agudos. Algumas dessas rochas chegam a 100 metros de altura. Toda a ilha de Madagascar abriga uma rica biodiversidade, sendo que 90% das espécies encontradas por lá são endêmicas – ou seja, não existem em nenhum outro lugar do mundo. Muitos desses grandes tesouros naturais encontram-se no tsingy. Por toda sua beleza e por ser um importante habitat de vida selvagem, o Tsingy de Bemaraha foi declarado Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Com sorte, é possível fotografar lêmures escalando as rochas. Retorno ao hotel para almoço. Na parte da tarde, podemos tentar uma visita a um vilarejo local, com foco em retratos (principalmente das mulheres da etnia Vezo, que usam uma espécie de máscara no rosto feita com o pó seco do galho de alguma árvore e pulverizado com água). De acordo com os locais, a pasta protege contra o sol e os insetos, além de hidratar a pele. Outra possibilidade que pode ser selecionada pelo fotógrafo é um passeio de canoa pelo rio, explorando a paisagem e algumas cavernas da região. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 10 | BEKOPAKA – KIRINDY

Pela manhã, sairemos em direção a Reserva de Kirindy. Nosso hotel fica localizado ao lado de uma comunidade local e de um baobá enorme, muito antigo e sagrado para o povo malgaxe. Podemos relaxar na piscina e aproveitar o final do dia ou caminhar pelo entorno do hotel e fotografar pela comunidade. Pernoite.

DIA 11 | KIRINDY – MORONDAVA

Kirindy é uma floresta localizada em um dos ecossistemas mais ameaçados de Madagascar: suas florestas decíduas secas. A floresta abriga sete espécies de lêmures e uma série de répteis endêmicos. A flora é igualmente incomum – uma série de espécies únicas são encontradas em Kirindy. Visitaremos o local acompanhados por guias nativos e experientes, que nos conduzirão em busca dos animais. Os lêmures menores, de hábito noturno, saem de buracos escavados no tronco das árvores e são mais fáceis de serem fotografados nesse horário do dia, pois sua visão é prejudicada pela luz e acabam ficando mais expostos. Os elegantes lêmures Sifaka brancos são comuns na região e as árvores secas facilitam tanto a nossa locomoção quanto a visão em meio a este ecossistema. Em seguida, retornaremos a Morondava. Chegada ao hotel e noite livre. Pernoite.

DIA 12 | MORONDAVA – ANTSIRABE

Após o café da manhã, iniciaremos o nosso retorno a capital Antananarivo com a primeira parte da viagem até Antsirabe. Faremos paradas para fotografar sempre que identificarmos boas oportunidades. Chegada a Antsirabe, check-in e noite livre. Havendo tempo, podemos aproveitar para nos reunir com o fotógrafo e comentar o material produzido até então. Pernoite.

DIA 13 | ANTSIRABE – ANTANANARIVO

Dia de retorno até a capital Antananarivo. Havendo tempo, poderemos fazer um breve tour panorâmico pelo centro da cidade. Chegada ao hotel para check-in e pernoite.

DIA 14 | ANTANANARIVO – EMBARQUE

De acordo com o horário do voo, traslado ao aeroporto para embarque com destino ao Brasil.

FIM DOS SERVIÇOS

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Luciano Candisani. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

ANTANANARIVO: Palissandre Hotel & Spa
ANDASIBE: Vakona Forest Lodge
MORONDAVA: Palissandre Cote Ouest Resort & Spa
BAKOPAKA: Soleil des Tsingy Lodge
RESERVA DE KIRINDY: Relais de Kirindy
ANTSIRABE: Hotel Couleur Café

INCLUI

  • 13 noites de hospedagem
  • Traslados de chegada e saída nos horários de voos selecionados para o grupo
  • Transporte privativo ao grupo durante a viagem em microônibus ou veículos 4×4, dependendo do local
  • Entradas para todos os locais visitados e listados no itinerário
  • Refeições conforme itinerário
  • Acompanhamento e assistência fotográfica de Luciano Candisani
  • Acompanhamento de staff OneLapse
  • Acompanhamento de guia local falando espanhol
  • Seguro viagem April – Plano EuropaMax

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas e taxas de embarque
  • Visto de entrada em Madagascar (cerca de USD50)
  • Refeições não mencionadas e bebidas durante refeições já incluídas
  • Traslados de chegada e saída em horários diferentes do recomendado
  • Early check-in e late check-out
  • Equipamento fotográfico
  • Gastos pessoais e gorjetas

OBSERVAÇÕES

  • Para esta viagem, brasileiros necessitam de passaporte com validade mínima de 6 meses a partir da chegada a Madagascar, certificado internacional de vacinação contra a febre amarela e emissão de visto na chegada (cerca de USD50);
  • Esta viagem é destinada a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante e todos os inscritos devem ter consciência de que o foco da viagem é a fotografia e por este motivo teremos horários específicos de saída e retorno das atividades;
  • Os preços estão em dólares americanos (US$) e por pessoa. A conversão para o Real levará em consideração o câmbio turismo no dia do pagamento, conforme cotação do Valor Econômico;
  • A visita aos Grandes Tsingy não é recomendada para idosos, obesos, gestantes, pessoas com medo de altura ou dificuldade de locomoção. Para aqueles que não puderem realizar a atividade, que acontece em uma manhã, poderemos tentar planejar alguma saída alternativa;
  • Durante o roteiro, especialmente nos deslocamentos, poderemos passar por regiões com infra-estrutura precária e nem sempre será possível garantir bons restaurantes, banheiros, etc. No entanto, faremos o possível para tentar minimizar qualquer desconforto;
  • O descritivo do roteiro é uma ideia das atividades que buscaremos fazer durante a expedição e que podem ser alteradas de acordo com as condições climáticas, recomendações do fotógrafo responsável ou motivos de força maior.

 

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica
  • Cartões de memória
  • Lentes de 17mm a 400mm e Macro
  • Tripé
  • Cabo disparador
  • Flash

* Em caso de dúvidas, clique aqui e veja nosso FAQ.

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 5.190,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA QUARTO INDIVIDUAL US$ 800,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00

DESCONTO AOS 4 (QUATRO) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

FORMAS DE PAGAMENTO:

  • À vista em depósito/boleto com 5% de desconto
  • 30% de entrada + Saldo em até 4x sem juros nos cartões de crédito Visa, Master e Amex.

 

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$400,00. Este valor será cobrado a vista em até 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige 8 participantes para que o grupo seja confirmado. O sinal não é reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser transferido para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 31/01/2018 ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.