Primatas endêmicos e os povos ancestrais do Omo

Meu sonhado primeiro encontro com os raros Geladas superou as melhores expectativas. Eu os avistei do carro, logo ao entrar no Parque Nacional das Montanhas Simien, norte da Etiópia. Pela janelinha do furgão, com os olhos fixos na cena inusitada, calculei uns cem deles, possivelmente mais. Os macacos gelada, nome dado aos primatas que têm como uma de suas características uma mancha avermelhada de formato triangular na altura do peito, habitam as áreas mais elevadas e costumam viver em grupos. Nunca tinha visto tantos macacos juntos, muito menos pastando na campina como ovelhas. Isso mesmo, eles pastam. São os únicos primatas que pastam como se fossem cabritos ou vacas. E o fazem calmamente usando a destreza das mãos para arrancar chumaços de capins e leva-los até a boca.

Ao fundo se via uma paisagem deslumbrante de montanhas e chapadas esculpidas pelas intempéries. O sol da tarde iluminava tudo com uma luz dourada quando desci do carro e andei lentamente até poucos metros da linha de frente do bando. Surpreendentemente, minha presença não causou qualquer incomodo e alguns animais mais curiosos até passaram a comer poucos metros a minha frente. A luz ficava melhor a cada hora. Podia fotografá-los com minhas lentes mais curtas, incorporando na composição a paisagem dramática – de longe, minha abordagem preferida na fotografia de vida selvagem.

Nos dias que se seguiram, tive inúmeras outras experiências semelhantes a essa: ficava horas acompanhando os bandos como se fosse um deles. Os macacos por sua vez permaneciam indiferentes. Pastavam, namoravam, dormiam, brincavam e frequentemente os machos se lançavam e disputas sangrentas por fêmeas. Faziam tudo o que um gelada tem que fazer diante da minha lente como se eu não estivesse ali. Tinha a sensação da invisibilidade que tanto agrada os fotógrafos.  O que mais um documentarista da natureza pode querer?

São nestes momentos que teremos a oportunidade de nos aproximar desses animais, em geral, dóceis e acostumados com o ser humano, para fazermos as imagens. Aproveitaremos as diversas saídas e as diferentes situações de luz para garantir um bom número de fotos junto à belíssima paisagem das montanhas.

Após essa experiência partiremos para a segunda parte da expedição, no vale do Rio Omo, no sul do país. O local abriga inúmeras tribos tradicionais como os Mursi, os Hammer e os Karo. Além de conhecermos um pouco da cultura e das tradições de cada uma dessas tribos, documentaremos os mais autênticos clãs africanos, suas pinturas corporais, suas moradias e suas etnias em retratos cheios de personalidade, pois tudo no Omo rende imagens tocantes devido ao estilo de vida ainda bastante preservado. Esta etapa da expedição é uma viagem a momentos primevos da história humana, quando a nossa espécie ainda vivia integrada com o ambiente natural.

Nessa expedição, como em todas as que lidero pela OneLapse, a minha prioridade será estimular os participantes a buscarem  suas próprias interpretações sobre o tema, de forma que possam produzir imagens capazes de evocar a própria resposta emocional diante da cena. E, com os Geladas e as tribos do Omo diante das nossas lentes, tenho certeza que será uma tarefa das mais gratificantes.

 

Luciano Candisani

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CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Luciano Candisani

National Geographic

Se você aprecia a natureza e suas histórias, certamente será impactado por alguma foto produzida pelo olhar de Luciano Candisani. Uma de suas principais características do trabalho deste renomado fotógrafo, além de apurado rigor estético, é criar narrativas visuais e, com isso, oferecer uma importante informação documental a quem observa suas imagens.

Esse seu estilo, entre outras qualidades, como a determinação em busca da imagem ideal, rendeu alguns dos principais prêmios da fotografia no exterior e no Brasil, como o Wildlife Photographer of the Year, o Big Picture, o Prêmio Abril de Jornalismo, conquistado cinco vezes e, o prêmio de melhor fotógrafo de viagem pela revista Viagem e Turismo, este último concedido em 2017.

Além das premiações, várias de suas fotos retratando a biodiversidade foram publicadas nas páginas da conceituada revista National Geographic, tanto na edição brasileira como na americana, e entre outras versões pelo mundo afora. Algumas delas, inclusive, tornaram-se capas dessas publicações, alcançando grande prestígio internacional.

Candisani começou sua carreira fotografando expedições científicas no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo – USP, onde cursou biologia. Sua primeira grande oportunidade profissional surgiu em 1996, quando foi convidado a integrar uma expedição de três meses para as ilhas Shetlands do Sul, na Antártica, com o objetivo de documentar a vida marinha sob o gelo. Logo após seu regresso a São Paulo publicou a sua primeira foto, a bela imagem de uma estrela marinha, registrada a 30 metros de profundidade, nas geladas águas da baía do Almirantado, próximo ao rochedo Napier, na Antártica, na capa da revista Globo Ciência (atualmente conhecida como Galileu).

Desde então, Candisani percorreu alguns dos lugares mais remotos do mundo com o objetivo de registrar imagens relacionadas à biodiversidade, à conservação ambiental e às populações tradicionais. Em 1998, passou sete meses a bordo do veleiro Aysoo em expedição à Patagônia e à Terra do Fogo. No Brasil, fotografou no Amazonas, nos Lençóis Maranhenses, no Atol das Rocas, em Fernando de Noronha, no Pantanal, entre tantas outras localidades. Também já esteve em diversos países da África e da Ásia sempre com o objetivo de criar impactantes narrativas visuais que, além da National Geographic, foram veiculadas em várias outras publicações, como Terra (já extinta), Superinteressante, Época, Veja, The Guardian, Geo, BBC Wildlife, entre outras.

O fotógrafo acredita que as imagens que faz pode ser uma importante ferramenta para despertar entre as pessoas a importância para a conservação de espécies e ambientes ameaçados e, em 2007, a relevância de seu trabalho para a fotografia e a conservação ambiental foi reconhecida com sua nomeação como membro da Internacional League of Conservation Photographers (ILCP), entidade que reúne alguns dos principais fotógrafos de natureza do mundo.

Candisani participou de inúmeras exposições individuais e coletivas em diversos países, foi ainda jurado em duas edições do prestigioso World Press Photo, em Amsterdã – o principal prêmio da fotografia do mundo – e também publicou alguns livros. Um deles, Pantanal, na Linha-d´Água, sob o selo da National Geographic, resultado de dois anos de viagens ao Pantanal, sendo que uma das imagens desse trabalho recebeu o primeiro prêmio em uma das categorias do conceituado Wildlife Photographer of the Year de 2012. E não para por aí, ele também pertence ao seleto coletivo “the photo society”, que reúne exclusivamente os fotógrafos da edição americana da National Geographic e, em março de 2018, estreará um filme sobre seu trabalho no National Geographic Chanel.

Todo esse conhecimento e experiência ele compartilha nas expedições fotográficas que lidera pela OneLapse, atuando como um catalisador e auxiliando os participantes a encontrarem seus próprios caminhos e a refletirem sobre os tipos de imagens que os emocionam e o que desejam registrar. Para isso, segundo o experiente fotógrafo, é importante que cada viajante leve um bom conhecimento do tema que será explorado na viagem, pois esse conhecimento será essencial para aguçar o entusiasmo e a motivação durante as expedições.

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DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | ADDIS ABEBA

Chegada ao aeroporto internacional de Addis Abeba. Com 3,3 milhões de habitantes, a capital política da Etiópia se destaca também como capital diplomática de todo o continente: ficam ali os prédios-sede da União Africana e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África. Recepção e traslado ao hotel para check-in e pernoite.

DIA 2 | ADDIS ABEBA – GONDAR – SIMIEN MOUNTAINS

Após o café da manhã, nos reuniremos para um briefing detalhado da expedição com o fotógrafo Luciano Candisani. Na sequência, e de acordo com o horário do voo, transporte ao aeroporto para embarque com destino a Gondar. De lá, seguiremos de carro até o Parque Nacional de Simien, declarado patrimônio mundial pela UNESCO e conhecido por suas espécies raras de animais e biodiversidade. As escarpas de Simien são frequentemente comparadas ao Grand Canyon dos Estados Unidos. Havendo tempo, faremos ainda neste dia uma primeira saída fotográfica de reconhecimento pela região. Chegada ao lodge para check-in e pernoite.

DIA 3 | SIMIEN MOUNTAINS

Sairemos bem cedo para a primeira locação do dia. O parque nacional possui inúmeras espécies de animais selvagens, como o lobo-etíope, o babuíno-sagrado, o antílope-salta-rochas, o duiqueiro-de-grimm, chacal, bauala, hienas, leopardos e aves de rapina, além das extintas Walia iBex, espécie de cabra-das-montanhas. Neste dia iremos nos concentrar nos macacos gelada, nome dado aos primatas que possuem uma mancha avermelhada de formato triangular na altura do peito e são os únicos primatas que pastam, como se fossem ovelhas ou cabritos. Será uma excelente oportunidade para registrar imagens com lentes curtas, cara a cara, com uma espécie de macaco que só vive em regiões acima de 3 mil metros de altitude. Às vezes, por um motivo ou por outro, esse encontro pode não acontecer no primeiro dia. Por isso, são programadas várias saídas a campo.

DIA 4 | SIMIEN MOUNTAINS

Mais um dia de saída bem cedo para atividades na região de Simien. Neste dia, se já tivermos registrado os macacos, podemos explorar o entorno do parque ou visitar o mosteiro, um lugar onde poucos turistas costumam ir, com a possibilidade de ver as crianças que moram nas encostas do Monte Ras Daschen, o quarto ponto mais alto do continente e o mais alto da Etiópia, com 4.550m de altitude. Muitas dessas crianças cuidam das cabras dia e noite, dormem nas cavernas e costumam ficar dias sem ver os membros da família. Em Simien também teremos boas oportunidades para retratos e registros do cotidiano das pessoas que ali vivem.

DIA 5 | SIMIEN MOUNTAINS – GONDAR – ADDIS ABEBA

Após o café da manhã, seguiremos de carro para o aeroporto de Gondar para embarque de volta a Addis Abeba. Check-in no hotel e dependendo do horário do voo, teremos tempo livre para organizar algumas atividades opcionais (não incluídas), como uma visita ao Museu Nacional – onde está o famoso esqueleto de Lucy, primata que teria vivido ali há 3,2 milhões de anos; a Catedral da Santíssima Trindade ou uma tradicional cafeteria da cidade. Podemos também avaliar junto ao fotógrafo Luciano Candisani o material produzido até aquele momento.

DIA 6 | ADDIS ABEBA – ARBA MINCH – JINKA

Pela manhã, transporte ao aeroporto e embarque com destino a Arba Minch. De lá, seguimos por algumas horas em veículos 4×4 diretamente para Jinka, uma de nossas bases durante os dias de visita às tribos do Vale do Omo. Lar de 83 tribos que falam 200 dialetos, a Etiópia tem nada menos que 53 tribos habitando essa região. A natureza de pastagens, afloramentos vulcânicos e matas à beira do Rio Omo, grande fonte de vida nessas paisagens de clima semiárido, é apenas pano de fundo para a deliciosa experiência de interagir com os nativos, participar de suas cerimônias e conhecer de perto seu modo de vida, uma oportunidade única de imersão na cultura tribal etíope. Chegada ao lodge para check-in e pernoite.

DIA 7 | JINKA – PARQUE NACIONAL MAGO – JINKA

Acordaremos cedo com o objetivo de sermos um dos primeiros a chegar a tribo Mursi, que vive espalhada entre pequenas aldeias dentro do Parque Nacional Mago. Ao todo, os Mursi somam cerca de 11 mil pessoas e vivem até hoje de maneira bastante primitiva. Os Mursi talvez sejam os mais reativos a presença dos turistas e esta será uma oportunidade interessante para exercitarmos a nossa atitude como fotógrafos, para que seja possível realizar os registros que esperamos (faremos um briefing detalhado sobre o comportamento e abordagem em cada uma das tribos). Vamos explorar fotograficamente os adornos, pinturas corporais, além da oportunidade de entrar em alguma das moradias para registros em situações variadas. Uma das principais características dos Mursi são os enormes discos labiais das mulheres, que os colocam ainda jovens. Após algumas horas na tribo, retornaremos ao lodge com o restante do dia livre.

DIA 8 | JINKA – TURMI

Dia de seguirmos rumo ao coração do Vale do Rio Omo: a cidade de Turmi. Teremos um longo caminho de estrada e a partir do meio deste caminho começaremos a observar na beira da estrada alguns membros da etnia Hamar, com seus corpos pintados de barro e cabelo vermelho. Antes de chegarmos ao lodge, poderemos fazer uma parada em um tradicional mercado de Turmi. Será uma primeira oportunidade de contato com os Hamar e, apesar da luz do meio do dia, é uma parada que pode nos render ótimas fotos. As mulheres cobrem os cabelos com argila e se enfeitam com imensas argolas de metal ao redor do pescoço. Chegada ao lodge para almoço e saída para visitarmos uma legitima tribo Hamar. As mulheres da tribo também costumam ostentar grande cicatrizes nas costas, resultantes de rituais de açoitamento. Quanto mais cicatrizes no corpo, mais forte e digna de um casamento é a mulher, de acordo com as tradições locais. Retorno ao lodge e pernoite.

DIA 9 | TURMI

Dia de visita a tribo Karo, uma das mais tradicionais da região. Eis uma oportunidade de documentar um dos mais autênticos clãs africanos, famosos por suas pinturas corporais. Essa tribo vive em uma lindíssima colina em uma curva do Rio Omo, o que proporciona a paisagem mais fascinante do Vale. Trata-se de uma comunidade mais amigável e muito fotogênica, tornando a nossa tarefa mais fácil. No final do dia, tentaremos encontrar alguma aldeia em que aconteça a tradicional celebração com danças em volta de uma fogueira, numa ótima oportunidade para exercitarmos a nossa fotografia nesse tipo de luz. Rituais como este acontecem para comemorar algum acontecimento importante da tribo, como um casamento ou nascimento, por exemplo. Retorno ao lodge para pernoite.

DIA 10 | TURMI – ARBA MINCH – ADDIS ABEBA

Ainda extasiados depois da interação com as mais espetaculares tribos do Vale do Rio Omo, sairemos de Turmi em direção ao aeroporto de Arba Minch, com uma parada para almoço em um local de linda vista para as montanhas. Chegada a Addis, recepção e traslado ao hotel com noite livre para atividades individuais. Addis Abeba é conhecida pelos restaurantes com música ao vivo, especialmente o Jazz, e esta pode ser uma boa oportunidade para o encerramento da viagem. Pernoite.

DIA 11 | ADDIS ABEBA – EMBARQUE

Café da manhã e traslado ao aeroporto, de onde nos despediremos com ótimas recordações.

FIM DOS SERVIÇOS

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Luciano Candisani / Érico Hiller. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

ADDIS ABEBA: Hotel Golden Tulip
SIMIEN MOUNTAIN: Simien Lodge
JINKA: Eco-Omo Lodge
TURMI: Buska Lodge

INCLUI

  • 10 noites de hospedagem com café da manhã
  • Traslados in/out privativos ao grupo em Addis Abeba de acordo com os horários de voos sugeridos pela OneLapse no momento da confirmação da viagem
  • Transporte privativo ao grupo para todas as locações descritas no roteiro
  • Acompanhamento de guia local falando inglês, além de coordenador operacional da OneLapse falando português durante todo o roteiro
  • Acompanhamento do fotógrafo Luciano Candisani em todas as locações e orientações fotográficas conforme objetivo e necessidade de cada participante
  • Entradas para todos os locais visitados
  • Seguro viagem April – Plano Europa Max

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas internacionais e domésticas e taxas de embarque (consulte-nos para cotação e emissão dos voos, bem como as observações do roteiro para valores dos trechos domésticos)
  • Early check-in e Late check-out
  • Equipamento de fotografia
  • Almoço e jantar
  • Visto para entrada na Etiópia (cerca de USD50 e emitido online)
  • Despesas pessoais e gorjetas

OBSERVAÇÕES

  • Esta viagem é destinada a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
  • Os preços estão em dólares americanos (US$) e por pessoa. A conversão para o Real levará em consideração o câmbio turismo no dia do pagamento, conforme cotação do Valor Econômico;
  • A hospedagem fora de Addis Abeba é bastante simples por limitação na oferta de hotéis. Haverá longos deslocamentos de carro, especialmente na região do Omo, com estradas de terra e muitas vezes esburacadas (por isso utilizaremos veículos 4×4 nesta região). Viajar pela Etiópia é uma experiência incrível, desde que tenhamos a expectativa alinhada quanto aos desafios de estrutura que encontraremos;
  • As passagens aéreas não estão incluídas devido a variação de preços conforme a escolha da cia aérea nos voos entre Brasil e Etiópia. Caso os bilhetes internacionais sejam emitidos pela Ethiopian Airlines, o valor dos trechos internos cai de USD485 para USD275, podendo sofrer reajuste devido a data de emissão, que depende da confirmação do grupo;
  • O descritivo do roteiro é uma ideia das atividades que buscaremos fazer durante a expedição e que podem ser alteradas de acordo com as condições climáticas, recomendações do fotógrafo responsável, guia local ou motivos de força maior. Nem sempre as condições de luz serão as mais favoráveis, especialmente na região do Omo, devido as questões logísticas e de limitações impostas pelas próprias tribos.

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica
  • Cartões de memória
  • Lentes de 17mm a 200mm
  • Tripé
  • Cabo disparador

* Em caso de dúvidas, clique aqui e veja nosso FAQ.

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 4.490,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA QUARTO INDIVIDUAL US$ 750,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00

DESCONTO AOS 6 (SEIS) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

FORMAS DE PAGAMENTO:
  • À vista em depósito/boleto com 5% de desconto
  • 30% de entrada + Saldo em até 4x sem juros no cartão de crédito Visa/Master

 

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$375,00. Este valor será cobrado a vista em até 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 10 participantes para que o grupo seja confirmado. O sinal não é reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser transferido para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 05/09/2018 ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.