Das igrejas escavadas de Lalibela aos povos ancestrais do Omo, uma jornada inesquecível

A Etiópia é um lugar mágico. Inspirador. Sem igual. O fotógrafo que encara o desafio de empreender uma jornada por essas paisagens pouco exploradas carrega a Etiópia dentro de si para sempre. Berço dos primeiros hominídeos da Terra há mais de 3 milhões de anos – como Lucy, Selam e Ardi, nossos “tatatataravôs” que conheceremos no Museu Nacional de Addis –, este imenso canto no nordeste africano nunca foi propriamente colonizado. A antiga Abissínia sediou impérios 3 mil anos atrás, foi um dos berços do cristianismo, resistiu a guerras e superou a fome que estigmatizou sua imagem mundial nos anos 1980.

Com uma matriz cultural autêntica, a Etiópia de hoje preserva paisagens e tradições sem ter parado no tempo – como vamos ver nessa expedição da OneLapse desbravando o Vale do Omo e suas tribos fotogênicas, as igrejas de pedra de Lalibela e o cenário surreal da Depressão de Danakil. É preciso, no entanto, ter espírito aberto, jogo de cintura e bom humor para encarar essa preciosidade que as excursões de turismo não descobriram. A estrutura pode não ser a ideal, o que aumenta a aura aventureira, mas embeleza as fotos com a autenticidade do cenário rústico.

A capital, Adis-Abeba, exerce sua liderança continental como sede da União Africana e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África. Esses prédios modernos contrastam com o imenso Mercato, despojada feira de rua na periferia. Vivem em Adis 3,3 milhões dos 102,4 milhões de habitantes do país – a segunda maior população do continente, menor apenas que a da Nigéria. Entre as fontes da economia está o café etíope, encontrado em boas cafeterias locais.

Assistir à cerimônia da torra do café é uma das experiências de diferença cultural mais curiosas para quem desbrava a Etiópia. A outra é comer com as mãos o prato típico do país, a injera. O contato com a dominante religião cristã ortodoxa também emociona. Em Lalibela, uma pequena cidade de montanha situada ao norte do país, apelidada de Jerusalém Africana, a fé das multidões vestidas de véus brancos remete a um cenário onírico que reluz como ouro para nossas lentes. Ao amanhecer ou em outros horários de missas, os fiéis rezam nas 11 igrejas esculpidas em rocha no século 12 – algumas delas escavadas abaixo do nível da terra, em fossos de mais de 13 metros –, como a do padroeiro São Jorge. Os retratos e a arquitetura estarão na mira: as roupas coloridas e as coroas dos padres, assim como os afrescos das paredes e os oratórios com montes de velas acesas, ilustram os rituais envoltos em aroma de incenso e cantos devocionais.

O povo etíope puxa o foco para retratos cheios de personalidade não apenas no contexto religioso. Ao sul, no pouco explorado Vale do Rio Omo, todo mundo vira um pouco antropólogo ao explorar os povoados remotos da região. Em uma expedição fotográfica real, crua e tocante – e distante dos confortos urbanos –, pode-se conhecer a cultura de tribos como os Mursi, os Hammer e os Karo. Com sorte, dá para acompanhar festividades musicais, vivenciar manifestações próprias como o salto sobre o touro e registrar histórias e momentos especiais. Tudo no Omo rende imagens tocantes: as pessoas, suas roupas, seus corpos, suas casas, seus armamentos, seu estilo de vida.

Outra peculiaridade etíope acessível para quem quiser ir além do roteiro principal é a Depressão de Danakil. Um dos locais mais quentes da Terra, a paisagem beira o surreal e oferece oportunidades ímpares de registrar suas cores e contrastes: as cores passam drasticamente da brancura impoluta dos lagos de sal aos mananciais coloridos de Dallol, a região vulcânica. O amarelo, o laranja e o vermelho são delineados por contornos incomuns do solo vulcânico onde estão nada menos que 25% dos vulcões do continente africano.

Ponto mais baixo da África, Danakil fica 125 metros abaixo do nível do mar. O local brilha como cenário de outra tradição cultural bela e em extinção: as caravanas de camelos que carregam sal pelo deserto, conduzidas pela tribo nômade Afar. Encontrá-los será mais uma missão de uma jornada documental intensa, focada em uma realidade que a humanidade se desacostumou a ver – mas que revela muito do que é o mundo e do que somos nós mesmos.

Érico Hiller

 

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CONFIRA OS VALORES E CONDIÇÕES

Érico Hiller

National Geographic Brasil

Érico Hiller atua como fotógrafo documental independente há doze anos. Colabora para publicações como National Geographic Brasil, Rolling Stone e Marie Claire. Seus projetos de exposições e livros sempre apresentam uma temática humanitária e ambiental.

Em 2008 realizou um longo ensaio documental sobre as tensões sociais e ambientais em grandes cidades da Argentina, Brasil, China, Índia, México e Rússia. Em 2011 e 2012 dedicou-se a este projeto sobre locais ameaçados trabalhando no Ártico, Kilimanjaro, Etiópia, Mata Atlântica e Maldivas. Érico documenta há dois anos os esforços de conservação de rinocerontes na África e na Ásia; este projeto, “A Jornada do Rinoceronte”, se transformou em um livro no início de 2016.

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DIA A DIA

LEGENDA

  Café da manhã incluído
  Almoço incluído
  Jantar incluído

DIA 1 | ADDIS ABEBA

Chegada ao aeroporto internacional de Addis Abeba. Com 3,3 milhões de habitantes, a capital política da Etiópia se destaca também como capital diplomática de todo o continente: ficam ali os prédios-sede da União Africana e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África. Recepção e encaminhamento ao hotel para check-in e pernoite.

DIA 2 | ADDIS ABEBA

Após o café, briefing detalhado da expedição com o fotógrafo Érico Hiller. Na sequência, exploração de ícones da capital da cidade, como a Catedral da Santíssima Trindade e o Museu Nacional – onde está o famoso esqueleto de Lucy, que teria vivido ali há 3,2 milhões de anos. Retorno ao hotel e restante do dia livre.

Sugestões: Addis é famosa por suas cafeterias e tem bons restaurantes onde experimentar a típica injera. Trata-se de uma espécie de pão fino e esponjoso feito com um grão local chamado teff. Corta-se a injera com a mão direita, usando-a para se servir dos wots, porções de ensopados de legumes, grãos e carnes. Há restaurantes que exibem shows de danças típicas para estrangeiros e boas casas de ethio-jazz, o jazz etíope, frequentados pelos locais.

DIA 3 | ADDIS – ARBAMINCH – JINKA

Manhã livre. De acordo com o horário do voo, transporte ao aeroporto e embarque com destino a Arba Minch. De lá, seguimos de carro diretamente para Jinka, uma de nossas bases durante os dias de visita às tribos do Vale do Omo. Lar de 83 tribos que falam 200 dialetos, a Etiópia tem nada menos que 53 tribos habitando essa região. A natureza de pastagens, afloramentos vulcânicos e matas à beira do Rio Omo, grande fonte de vida nessas paisagens de clima semiárido, é apenas pano de fundo para a deliciosa experiência de interagir com os nativos, participar de suas cerimônias e conhecer de perto seu modo de vida, uma oportunidade única de imersão na cultura tribal etíope. Check-in no lodge e pernoite.

DIA 4 | JINKA

Após o café da manhã, visita a uma tribo Mursi que vive no Mago National Park. Ali podemos aprender mais sobre essa etnia, com bastante tempo para registros fotográficos. As oportunidades de retratos são surpreendentes. As mulheres ostentam enormes discos labiais e os homens são vistos portando fuzis, prontos para situações de guerras entre tribos. Eles vivem ainda em um contexto de grande pureza cultural, com uma indumentária exuberante, mas já estão acostumados com visitas e fotos. Pode-se entrar em suas casas e conhecer mais sobre seus ritos culturais. No fim da tarde, retorno a Jinka para pernoite.

DIA 5 | JINKA – TURMI

Dia de seguir para o sul, rumo ao coração do Vale do Rio Omo: a cidade de Turmi. Após check-in no Buska Lodge, visita ao vilarejo Hammer à tarde, com possibilidade de assistirmos ao tradicional “salto sobre o touro”. O rito local em que um homem pula sobre as costas dos animais acontece, em geral, em importantes datas, como o dia de seu casamento, mas por vezes a tribo se apresenta para forasteiros. A cultura Hammer talvez seja a mais vistosa: as mulheres cobrem os cabelos com argila e se enfeitam com imensas argolas de metal ao redor do pescoço. Os Hammer são mais restritos em relação a fotografias. A abordagem aos líderes é feita com o devido respeito para que nos autorizem a fazer retratos e outras modalidades de fotos, como de paisagem e arquitetura. O encontro com os Hammer é um dos pontos altos da viagem. Retorno ao lodge e pernoite.

DIA 6 | TURMI

Pela manhã, passeio ao vilarejo de Karo e visita a uma tradicional tribo local. Eis uma oportunidade de documentar um dos mais autênticos clãs africanos, famosos por suas pinturas corporais. Essa tribo vive em uma lindíssima colina em uma curva do Rio Omo, o que proporciona a paisagem mais fascinante do Vale. Trata-se de uma comunidade amigável e fotogênica, aberta para uma sessão de fotos. Com sorte, se houver tempo, seguimos até Omorate para conhecer os Dassanech, tribo de origem pastoril que adaptou a tradição de ornamentação exuberante para a realidade urbana. O impacto cultural é estarrecedor. Eles se fantasiam pendurando nos cabelos e nas orelhas adornos feitos com objetos de metal – como tampinhas de garrafa – e plásticos variados. Uma coisa é certa: o encontro rende fotos fantásticas e inesquecíveis. Retorno ao lodge para pernoite.

DIA 7 | TURMI – ARBAMINCH – ADDIS ABEBA

Ainda extasiados depois da interação com as mais espetaculares tribos do Vale do Rio Omo e com a experiência registrada para sempre na memória, pela manhã voltamos ao aeroporto de Arba Minch, onde embarcamos por volta das 15h para Addis Abeba. Chegada à cidade e transfer para o hotel. À noite, podemos nos reunir com o fotógrafo Érico Hiller para avaliar o material produzido durante os dias de imersão no Vale do Omo, consolidando uma experiência única na vida de todo fotógrafo viajante. Pernoite.

DIA 8 | ADDIS ABEBA – LALIBELA

Pela manhã, traslado até o aeroporto para embarque com destino a Lalibela, que foi a segunda capital da Etiópia, depois de Axum. A pequena cidade no alto da montanha, a 2,8 mil metros de altitude, é famosa por seus templos construídos nas rochas durante a Idade Média, em torno do século 12. Na época das guerras contra os muçulmanos, os reis etíopes fundaram Lalibela como uma cidade sagrada para os cristãos que não mais poderiam visitar Jerusalém, tomada pelos turcos otomanos. Lalibela possui 11 igrejas escavadas em pedras, impressionantes obras de engenharia e de arquitetura, todas decoradas com afrescos, murais e repletas de tesouros acumulados em séculos de existência. Patrimônio da Humanidade, Lalibela é uma das 19 relíquias etíopes tombadas pela Unesco. No primeiro dia, visita a uma parte das magníficas igrejas esculpidas nas pedras, especialmente as localizadas ao norte do Rio Jordão. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 9 | LALIBELA

Conhecer o segundo grupo de igrejas de pedra é o programa do dia seguinte. E à luz do entardecer, a mais famosa delas, Bet Giyorgis, a casa de São Jorge, com seu desenho em forma de cruz. Diz a lenda que a mais bonita das igrejas foi erguida em homenagem ao santo guerreiro depois que ele mesmo reclamou para o rei Lalibela, idealizador de todas essas igrejas, por nenhuma das anteriores ter sido dedicada a ele. O desejo de construir ali uma nova Jerusalém teria surgido em um sonho do rei quando estava em coma, depois de uma tentativa de envenenamento. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 10 | LALIBELA – ADDIS ABEBA

Após o café da manhã, voo de retorno para Addis Abeba. Check-in no hotel. Outros pontos da cidade podem ser visitados, como o Mercato, maior mercado a céu aberto da África. Retorno ao hotel e pernoite.

DIA 11 | ADDIS ABEBA – EMBARQUE AO BRASIL OU INÍCIO DA EXTENSÃO

Pela manhã, traslado ao aeroporto. Aqueles que não optarem pela extensão do roteiro embarcam de volta para o Brasil. Quem tiver a oportunidade de seguir viagem voa para Makele, no extremo norte da Etiópia, para a terceira parte da expedição – a mais aventureira delas. Dessa vez, o destino é a Depressão de Danakil. Após recepção no aeroporto, seguimos até Erta Ale para montar acampamento e começar os preparativos da nova empreitada. Por volta de meia-noite, iniciamos a caminhada rumo ao topo do vulcão Erta Ale, de 613 metros, o mais ativo da Etiópia. A caminhada leva cerca de três a quatro horas e a recompensa visual é indescritível. Do alto dá para entender por que pesquisadores acreditam que a ruptura das três placas tectônicas da região poderia causar a separação da África e o surgimento de uma nova ilha no nordeste do continente, num processo geológico iminente e lento. Conquistado o cume, retorno ao camping para café da manhã, descanso e tempo livre por ali.

DIA 12 | ERTA ALE – HAMED ELA

A expedição segue de carro até a vila de Hamed Ela. No final da tarde, visita aos lagos da região de Dallol. Inativo, o vulcão Dallol está localizado 48 metros abaixo do nível do mar, sendo um dos mais baixos do mundo. Depois da última erupção, em 1926, o lago formado na cratera encheu-se de ácido. As cores branca, amarela e vermelha características da superfície do lago são o resultado da coloração causada pelas variações iônicas do enxofre e do potássio. Adicionadas a esse cenário, as constantes emissões de vapor de água e gases fazem borbulhar a superfície. A experiência dá uma ideia de como deve ter sido a criação da Terra bilhões de anos atrás. Cores e formatos variados geram muitas possibilidades de fotos. Retorno ao camping para jantar e pernoite.

DIA 13 | HAMED ELA – MAKELE – ADDIS ABEBA

Visita à região de extração de sal pela manhã. A tribo Afar vive nessa paisagem árida quase lunar há séculos, sobrevivendo do sal dos muitos lagos de Danakil. Assim como os curdos, os Afar não têm direitos políticos nem um país que possam chamar de seu. Chegada ao Lago Assal, no leste de Danakil, onde os grupos Afar terminam de carregar seus camelos após um árduo trabalho com picaretas básicas para cortar blocos de sal sob o sol inclemente. O salar e suas imagens em conjunto com a caravana de camelos oferecem boas cenas para fotografia. Antes que o calor mais forte tome conta do dia, retorno a Makele para jantar mais cedo e seguir com tempo para o aeroporto. Embarque para Addis Abeba. Chegada, traslado ao hotel e pernoite.

DIA 14 | ADDIS ABEBA – EMBARQUE

Depois do café da manhã, check-out e traslado ao aeroporto para voo de volta ao Brasil. Um retorno repleto de memórias – das câmeras e de nossas mentes –, com imagens e experiências que poucas pessoas tiveram o privilégio de ver e viver.

FIM DA EXPEDIÇÃO – E INÍCIO DO PLANEJAMENTO DA PRÓXIMA!

GALERIA DE FOTOS

Fotos: Érico Hiller / Shutterstock. Todos os direitos reservados.

MAIS INFORMAÇÕES

   HOSPEDAGEM

ADDIS ABEBA: Hotel Golden Tulip
LALIBELA: Hotel Tukul Village ou similar
JINKA: Jinka Lodge (sem website) ou similar
TURMI: Buska Lodge
DANAKIL (extensão opcional): Barracas

INCLUI

  • 10 noites de hospedagem com café da manhã
  • Traslados in/out privativos em Addis Abeba nos horários sugeridos para os voos no momento da confirmação da viagem
  • Transporte privativo ao grupo para todas as locações descritas no roteiro
  • Acompanhamento de guia local falando inglês, além de representante da OneLapse falando português durante todo o roteiro
  • Acompanhamento do fotógrafo Érico Hiller em todas as locações e orientações fotográficas conforme objetivo e necessidade de cada participante
  • Entradas para todos os locais visitados
  • Seguro viagem April – Plano Europa Max

NÃO INCLUI

  • Passagens aéreas internacionais e domésticas e taxas de embarque (consulte-nos para cotação e emissão dos voos, bem como as observações do roteiro para valores dos trechos domésticos)
  • Early check-in e Late check-out
  • Equipamento de fotografia
  • Almoço e jantar quando não indicados no roteiro
  • Visto para entrada na Etiópia (cerca de US$50,00 por pessoa, pago e emitido com antecedência e eletronicamente para aqueles com bilhetes da Ethiopian Airlines; Na chegada a Addis Abeba para passageiros de outras cias aéreas)
  • Despesas pessoais e gorjetas

OBSERVAÇÕES

  • Esta viagem é destinada a todos os entusiastas da fotografia, de iniciantes a profissionais, não havendo pré-requisito para inscrição, como nível de conhecimento ou equipamento fotográfico. As orientações do fotógrafo serão feitas de acordo com o objetivo de cada participante;
  • Os preços estão em dólares americanos (US$) e por pessoa. A conversão para o Real levará em consideração o câmbio turismo no dia do pagamento, conforme cotação do Valor Econômico;
  • A hospedagem fora de Addis Abeba é simples por limitação na oferta de hotéis ou disponibilidade;
  • As passagens aéreas não estão incluídas devido a variação de preços conforme a escolha da cia aérea nos voos entre Brasil e Etiópia. Caso os bilhetes internacionais sejam emitidos pela Ethiopian Airlines, o valor dos trechos internos cai de USD485 para USD210 (sujeito a variação conforme data da emissão);
  • O descritivo do roteiro é uma ideia das atividades que buscaremos fazer durante a expedição e que podem ser alteradas de acordo com as condições climáticas, recomendações do fotógrafo responsável ou motivos de força maior.

EQUIPAMENTOS RECOMENDADOS

  • Câmera fotográfica
  • Cartões de memória
  • Lentes de 17mm a 200mm
  • Tripé
  • Cabo disparador

* Em caso de dúvidas, clique aqui e veja nosso FAQ.

QUER SE INSCREVER OU TEM DÚVIDAS?

PARTE TERRESTRE – VALORES POR PESSOA

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 4.490,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA QUARTO INDIVIDUAL US$ 750,00

SINAL EM DEPÓSITO NO MOMENTO DA INSCRIÇÃO: R$ 2.500,00

DESCONTO AOS 6 (SEIS) PRIMEIROS INSCRITOS: R$ 700,00

FORMAS DE PAGAMENTO:
  • À vista em depósito/boleto com 5% de desconto
  • 30% de entrada + Saldo em até 4x sem juros no cartão de crédito Visa/Master

 

* Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir o quarto duplo, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$375,00. Este valor será cobrado a vista em até 72h antes do início dos serviços.

** Esta viagem exige um número mínimo de 10 participantes para que o grupo seja confirmado. O sinal não é reembolsável em caso de desistência da viagem e não pode ser transferido para outro destino. A confirmação ou não da saída será feita no dia 24/11/2017 ou antes, caso já tenhamos atingido o número mínimo de participantes. Confirmando o grupo, o valor do sinal será abatido da entrada e caso o mesmo não seja confirmado, o valor será integralmente devolvido.

EXTENSÃO OPCIONAL A DEPRESSÃO DE DANAKIL

POR PESSOA EM ACOMODAÇÃO DUPLA:

US$ 930,00*

SUPLEMENTO VOLUNTÁRIO PARA BARRACA INDIVIDUAL: US$ 250,00**

 

* O valor inclui os trechos aéreos de Addis Abeba a Mekele ida e volta, 4 noites de hospedagem em barracas para 2 pessoas com colchão, travesseiro e cobertor, além de café da manhã, almoço e jantar.
** Caso o grupo seja fechado e não haja um participante para dividir a barraca, deverá ser pago um suplemento involuntário no valor de US$125,00. Este valor deverá ser pago a vista 72h antes do início dos serviços.