Rafael Oliveira

Ver a Aurora Boreal, a tal “Dama da Noite”, dançando num céu infinitamente estrelado é como se fosse uma experiência espiritual: faz a gente pensar em muitas coisas e desejar que todos, um dia, tenham a oportunidade de viver esse deslumbramento. É como se a gente tivesse sido escolhido, sabe-se lá por quem, para estar ali, naquele momento, compondo aquele espetáculo.
A minha viagem para a Islândia foi isso: eu me senti um privilegiado. Privilegiado por testemunhar a aurora boreal, por estar ao lado de pessoas incríveis e, claro, por ter tido a chance de conhecer e estar perto do Marco Brotto, o nosso Grande Urso, pessoa de técnica apuradíssima e – o que é ainda melhor – de uma gentileza e um coração tão sensacionais quanto a aurora que ele nos proporcionou enxergar. Obrigado, Marcão e toda a equipe, por esse grande presente!